Mais cedo, procurando pelo antigo estatuto do Corinthians, encontrei um texto do meu antigo blogue, datado de 15 de março de 2008, que fala sobre as eleições diretas, reforma estatutária, fim da reeleição e sobre o que seria de fato democracia no Corinthians. Em determinado trecho do post, escrevi:
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[...] É possível traçar um esboço de como se dará a nova perpetuação na administração do clube: Sanchez ? Gobbi ? Sanchez. E com aval do novo estatuto. Quer dizer, não é preciso ter reeleição para que ocorra continuísmo no poder.
Tudo parece nos colocar diante de um paradoxo: lutar pela democracia e pelas Diretas Já, embora cientes de que o projeto pode ser aparelhado por intenções políticas escusas de dirigentes?
Sim, ainda acredito que devemos lutar pela democracia. As eleições diretas precisam partir de algum lugar. O que não podemos permitir é que aconteça à maneira deles, que se faça para que as mesmas pessoas continuem administrando o clube após o prazo previsto, como Dualib fez por longos 14 anos. O continuísmo favorece a corrupção.
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Cuide-se, Mãe Dináh!
Fonte: Corinthians: Preto no Branco