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O sábado (21) foi de comemoração para a nação corinthiana. Primeiro, o Timãozinho goleou o Atlético-PR por 6 a 0, na semifinal da Copa São Paulo de Futebol Júnior, e se garantiu na final da competição. A equipe agora enfrenta o Fluminense, que junto ao Corinthians forma a dupla mais vencedora da história da Copinha. Depois, foi a vez do Timão estrear no Campeonato Paulista com vitória. De virada, o Alvinegro bateu o Mirassol por 2 a 1, no Pacaembu.
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Apesar dos três pontos conquistados, o futebol apático, inerte e previsível apresentado pelo Corinthians não empolgou a torcida. O gol de empate saiu do rebote de uma bola espirrada, no susto. Já o que garantiu a vitória do Timão, foi contra. Os problemas ainda são os mesmos velhos conhecidos. Faltam laterais que saibam cumprir a função, um meia de qualidade e que faça a ligação do time, além de um bom goleiro, um zagueiro, um volante para compor elenco, enfim.
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Tudo bem, há que se considerar o início de ano. Foram apenas duas semanas de pré-temporada e ninguém espera um time voando em campo logo de cara, mas se espera, sim, um futebol minimamente razoável por parte do atual campeão brasileiro. Falta vontade à equipe, que também demonstra certa displicência. Além disso, o Corinthians precisa contratar. E é lamentável atestar que a diretoria do clube não pense desta maneira. O discurso oficial do presidente em exercício do clube, Roberto de Andrade, é de que o elenco já está fechado. O problema é que o Timão já mostrou não possuir elenco, pelo menos não para disputar títulos de campeonatos como a tão sonhada Libertadores. Enquanto não contratar, com algum otimismo, o torcedor pode esperar por sofrimento e vitórias magras em jogos relativamente fáceis.
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Na próxima quarta-feira (25), o Timão enfrentará o Guaratinguetá, no estádio Dario Rodrigues Leite, às 22h. O Timãozinho faz a final com o Fluminense, também na quarta-feira, mas no Pacaembu, às 10h. Entretanto, a Federação Paulista de Futebol, responsável pelos ingressos da Copinha, organizou a distribuição com a incompetência que lhe é peculiar e já são inúmeras as queixas de torcedores acerca das quilométricas filas e tumultos nos pontos de venda, tais como Pacaembu, Canindé e Ibirapuera.
Fonte: Corinthians: Preto no Branco