Marcelinho Carioca - maior da história do Corinthians

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Paulo #1.764 @devoltaparaofuturo em 04/03/2016 às 22:14

Pra mim foi o maior jogador da história do Corinthians. Sempre demonstrou raça e disposição pelo time, além dos inúmeros gols e títulos.

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Paulo Sobrinho #1.764 @devoltaparaofuturo em 04/03/2016 às 23:01

Tenho mais de 40, vi a final de 1990 pela TV... Vi todas as finais... Vi a 2002 contra o brasiliense no campo..

Xenon, Sócrates foram craques, assim como vários outros

Mas na minha opinião o Marcelinho pulsava em campo como um torcedor, na sua melhor fase era impressionante a forma como comemorava cada gol.

Marcelo Figueiredo #32 @timao.sc em 04/03/2016 às 22:36

O maior em que sentido, isso pode ser discutivel, o que mais ganhou títulos pode ser, mas nossa histórias existem outros 'maiores' que nunca levantaram canecos e nem por isso são desmerecidos, cada um em sua epóca. Porque talvez o maior esteja por vir;)

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Mauricio Di Santi #31 @mx1972 em 08/03/2016 às 13:09

É isso mesmo.

A mudança tática no Brasil se processa mais notoriamente a partir de 1982.

Pelo menos por aqui a partir de 82, embora Telê Santana já jogasse num 4-4-2 bem definido.

Mas é isso aí, a individualidade aliada à um esquema de jogo bem assimilado forja grandes equipes.

thiago #17 @thiago000 em 08/03/2016 às 10:23

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Eu já acho que a amudança central no futebol brasileiro veio apos 1982, como deu errado então tudo estava errado teve que se mudar tudo olhar mais pra a caracteristicas europeias e deixar as caracteristicas brasileiras da individualidade cada vez mais de lado.

Porem o que nos deu os demais títulos foi justamente a individualidade com romario em 94, ronaldo fenômeno em 2002 (com uma bela contribuição de rivaldo), porem fomos campeões justamente usando a individualidade como diferencial o que não se teve em todas as outras que perdeu e cada vez menos teremos condições disso.

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Thiago G #17 @thiago000 em 08/03/2016 às 10:23

Eu já acho que a amudança central no futebol brasileiro veio apos 1982, como deu errado então tudo estava errado teve que se mudar tudo olhar mais pra a caracteristicas europeias e deixar as caracteristicas brasileiras da individualidade cada vez mais de lado.

Porem o que nos deu os demais títulos foi justamente a individualidade com romario em 94, ronaldo fenômeno em 2002 (com uma bela contribuição de rivaldo), porem fomos campeões justamente usando a individualidade como diferencial o que não se teve em todas as outras que perdeu e cada vez menos teremos condições disso.

mauricio #31 @mx1972 em 08/03/2016 às 09:54

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Eu tenho pra mim que os gigantes europeus estão mais para o futebol brasileiro do início dos anos 80 do que para o futebol espetáculo dos anos 60. Daí a política utilizada - na minha opinião - ao enfatizarem o Brasil da Era Pelé.

Até poque nos anos 60, volta e meia, ocorriam placares estilo 6 a 4,7 a 4,5 a 3, e por aí vai.

Já nos anos 70, esses placares não ocorriam com a mesma frequência, e, nos anos 80, tem-se uma mescla de esquadrões com sistemas de marcação mais reforçados, o que não ocorria exatamente nos anos 60.

O Brasil perdeu a copa de 82, pois na hora H faltou uma marcação mais efetiva, que já acontecia no Brasil naquele momento.

No caso da seleção brasileira, o tetra - muito mais enfaticamente - e o penta, foram conquistados, também, a partir da execução de um forte poder de marcação. Tanto que em 94 o Brasil levou só 03 gols e em 2002 levou 04 gols.

Mauricio Di Santi #31 @mx1972 em 08/03/2016 às 09:54

Eu tenho pra mim que os gigantes europeus estão mais para o futebol brasileiro do início dos anos 80 do que para o futebol espetáculo dos anos 60. Daí a política utilizada - na minha opinião - ao enfatizarem o Brasil da Era Pelé.

Até poque nos anos 60, volta e meia, ocorriam placares estilo 6 a 4,7 a 4,5 a 3, e por aí vai.

Já nos anos 70, esses placares não ocorriam com a mesma frequência, e, nos anos 80, tem-se uma mescla de esquadrões com sistemas de marcação mais reforçados, o que não ocorria exatamente nos anos 60.

O Brasil perdeu a copa de 82, pois na hora H faltou uma marcação mais efetiva, que já acontecia no Brasil naquele momento.

No caso da seleção brasileira, o tetra - muito mais enfaticamente - e o penta, foram conquistados, também, a partir da execução de um forte poder de marcação. Tanto que em 94 o Brasil levou só 03 gols e em 2002 levou 04 gols.

thiago #17 @thiago000 em 07/03/2016 às 23:30

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Mais é exatamente isso que o Brasil daquela época mostrava, ninguém era expert em marcação porem com a posse da bola não precisa se preocupar em marcar.

Se o time fica com a bola o tempo todo trabalha a bola o tempo todo quem corre atrás é o outro time esse é o principio do barcelona, de alguns times italianos hoje em dia, o único pais que insiste em tatica é inglaterra porem bem menos do que era.

E sobre os resultados eu acredito que o Brasil perdeu e vem perdendo sempre justamente por renegar essa máxima que futebol se joga pra frente, com a posse de bola propondo o jogo etc.

Quem muito se preocupa com defender esquece de atacar ao passo que quem se preocupa em muito atacar não tem necessidade de tanto se defender porque ta sempre com a posse da bola.

Thiago G #17 @thiago000 em 07/03/2016 às 23:30

Mais é exatamente isso que o Brasil daquela época mostrava, ninguém era expert em marcação porem com a posse da bola não precisa se preocupar em marcar.

Se o time fica com a bola o tempo todo trabalha a bola o tempo todo quem corre atrás é o outro time esse é o principio do barcelona, de alguns times italianos hoje em dia, o único pais que insiste em tatica é inglaterra porem bem menos do que era.

E sobre os resultados eu acredito que o Brasil perdeu e vem perdendo sempre justamente por renegar essa máxima que futebol se joga pra frente, com a posse de bola propondo o jogo etc.

Quem muito se preocupa com defender esquece de atacar ao passo que quem se preocupa em muito atacar não tem necessidade de tanto se defender porque ta sempre com a posse da bola.

mauricio #31 @mx1972 em 07/03/2016 às 20:01

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Sim, é verdade. Muitos realmente têm feito observado tal similaridade.

É claro que algumas declarações também trazem consigo uma certa política pelo fato de Pelé ser considerado o maior jogador, pelo fato do Brasil ser o país com mais copas conquistadas - em que pese o vexame de 2014.

Mas é muito notório que há também nos grandes times europeus uma grande preocupação com o sistema de marcação, eles jogam muito bem 'sem a bola'. Aliás, a manutenção da posse de bola, tão latente, por exemplo, no Barcelona de Guardiola, que hoje está no Bayern, é um artifício tanto de ofensividade quanto de cautela.

Uma característica dos grandes europeus é o fato deles também levarem poucos gols.

Mauricio Di Santi #31 @mx1972 em 07/03/2016 às 20:01

Sim, é verdade. Muitos realmente têm feito observado tal similaridade.

É claro que algumas declarações também trazem consigo uma certa política pelo fato de Pelé ser considerado o maior jogador, pelo fato do Brasil ser o país com mais copas conquistadas - em que pese o vexame de 2014.

Mas é muito notório que há também nos grandes times europeus uma grande preocupação com o sistema de marcação, eles jogam muito bem 'sem a bola'. Aliás, a manutenção da posse de bola, tão latente, por exemplo, no Barcelona de Guardiola, que hoje está no Bayern, é um artifício tanto de ofensividade quanto de cautela.

Uma característica dos grandes europeus é o fato deles também levarem poucos gols.

thiago #17 @thiago000 em 07/03/2016 às 11:26

" "

Sim caro mauricio, mais analisando anos depois podemos ver quem estava certo e quem estava errado, hoje os grandes times e grandes técnicos do mundo se espelham no Brasil de 70 ou no Brasil de 82?

O próprio guardiola responde isso, o Brasil como sempre foi 'seguir as tendencias europeias' de tatica, força, chuveirinho na área, chutão na saída de bola, e hoje estão descobrindo que quem estava certo na verdade era o próprio Brasil de 70.

Que era mais individualidades, mais talento menos força, menos chuveirinho na área mais 1-2 triangulações toques rápidos, e saída de bola já trabalhando a bola de traz ao invés de 'quebrar o jogo'.

Por tanto o Brasil com sua tendencia 'viralatista' largou mão de tudo que que tinha descoberto de tudo que usava pra seguir os europeus que hoje idolatram na verdade esse futebol que se praticava no Brasil antigamente.

Thiago G #17 @thiago000 em 07/03/2016 às 11:26

Sim caro mauricio, mais analisando anos depois podemos ver quem estava certo e quem estava errado, hoje os grandes times e grandes técnicos do mundo se espelham no Brasil de 70 ou no Brasil de 82?

O próprio guardiola responde isso, o Brasil como sempre foi 'seguir as tendencias europeias' de tatica, força, chuveirinho na área, chutão na saída de bola, e hoje estão descobrindo que quem estava certo na verdade era o próprio Brasil de 70.

Que era mais individualidades, mais talento menos força, menos chuveirinho na área mais 1-2 triangulações toques rápidos, e saída de bola já trabalhando a bola de traz ao invés de 'quebrar o jogo'.

Por tanto o Brasil com sua tendencia 'viralatista' largou mão de tudo que que tinha descoberto de tudo que usava pra seguir os europeus que hoje idolatram na verdade esse futebol que se praticava no Brasil antigamente.

mauricio #31 @mx1972 em 07/03/2016 às 09:32

" "

Pra lhe dizer a verdade, nunca vi Marcelinho como aquele jogador que a imprensa e boa parte da torcida diziam (e ainda dizem). Claro, foi um jogador importante, marcou muitos gols e ganhou muitos títulos. Na realidade, eu nem entrei muito âmbito das comparações, até porque se fosse para comparar, minha escolha seria por Sócrates, que é o grande nome para a maioria dos corinthianos da minha geração.

Naquele tempo - anos 60/70 - eu diria que o futebol era muito mais individualidade, porém é bom sempre lembrar que a copa de 74, principalmente com seleções como Alemanha e Holanda, indiretamente ditaram o 'fim' desse futebol de individualidades. O chamado futebol arte brasileiro. Fato este que se repete na copa de 82, com a queda da seleção de Telê na Espanha.

Mauricio Di Santi #31 @mx1972 em 07/03/2016 às 09:32

Pra lhe dizer a verdade, nunca vi Marcelinho como aquele jogador que a imprensa e boa parte da torcida diziam (e ainda dizem). Claro, foi um jogador importante, marcou muitos gols e ganhou muitos títulos. Na realidade, eu nem entrei muito âmbito das comparações, até porque se fosse para comparar, minha escolha seria por Sócrates, que é o grande nome para a maioria dos corinthianos da minha geração.

Naquele tempo - anos 60/70 - eu diria que o futebol era muito mais individualidade, porém é bom sempre lembrar que a copa de 74, principalmente com seleções como Alemanha e Holanda, indiretamente ditaram o 'fim' desse futebol de individualidades. O chamado futebol arte brasileiro. Fato este que se repete na copa de 82, com a queda da seleção de Telê na Espanha.

thiago #17 @thiago000 em 06/03/2016 às 21:19

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Manjado mais de um nível altissimo muito mais alto do que temos hoje. Alias os times todos jogavam futebol a evolução do futebol transformou o futebol e qualquer jogador por pior que seja jogaria fácil ou seja é impussivel comparar marcelinho carioca foi ótimo mais rivelino foi rivelino.

Maria Das Graças #2 @gracinhado.timao em 07/03/2016 às 07:02

O que as pessoas não fazem em nome da audiência.

André #9 @andre.anjoss em 05/03/2016 às 13:08

" " Exatamente.

Thiago G #17 @thiago000 em 06/03/2016 às 21:19

Manjado mais de um nível altissimo muito mais alto do que temos hoje. Alias os times todos jogavam futebol a evolução do futebol transformou o futebol e qualquer jogador por pior que seja jogaria fácil ou seja é impussivel comparar marcelinho carioca foi ótimo mais rivelino foi rivelino.

mauricio #31 @mx1972 em 06/03/2016 às 21:10

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Essa 'dependência' fez do Corinthians, naquela época, um time 'manjado', até por isso não ganhou nada.

Mauricio Di Santi #31 @mx1972 em 06/03/2016 às 21:10

Essa 'dependência' fez do Corinthians, naquela época, um time 'manjado', até por isso não ganhou nada.

thiago #17 @thiago000 em 06/03/2016 às 21:05

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Sim eu acho que compreendo o que quer dizer, porem é mais um motivo pra eu apoiar o riva e essa 'dependencia' do time dele porque ele era um 10 o líder do time que carregava o tima pra frente assumia o jogo, numa viagem ao tempo é justamente o que falta ao time hoje.

Um camisa 10 que jogue que faça o time jogar, e um 9 matador hoje só temos jogadores que correm, alguns claro tem seu talento, mais ser veloz me parece muito mais importante do que se ter qualidade, principalmente no Corinthians.

Tatica vence jogo, mais técnica ganha campeonato então acho que é justamente o que falta a o time um líder, que assuma o jogo hoje agente perde jogador sai rindo, dizendo que não foi nada que foi bom perder agora eu sinceramente preferia um fred um líder em campo dando bronca nos companheiros, falta liderança.