Marcelinho Carioca - maior da história do Corinthians

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Paulo #1.844 @devoltaparaofuturo em 04/03/2016 às 22:14

Pra mim foi o maior jogador da história do Corinthians. Sempre demonstrou raça e disposição pelo time, além dos inúmeros gols e títulos.

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Paulo Sobrinho #1.844 @devoltaparaofuturo em 04/03/2016 às 23:01

Tenho mais de 40, vi a final de 1990 pela TV... Vi todas as finais... Vi a 2002 contra o brasiliense no campo..

Xenon, Sócrates foram craques, assim como vários outros

Mas na minha opinião o Marcelinho pulsava em campo como um torcedor, na sua melhor fase era impressionante a forma como comemorava cada gol.

Marcelo Figueiredo #30 @timao.sc em 04/03/2016 às 22:36

O maior em que sentido, isso pode ser discutivel, o que mais ganhou títulos pode ser, mas nossa histórias existem outros 'maiores' que nunca levantaram canecos e nem por isso são desmerecidos, cada um em sua epóca. Porque talvez o maior esteja por vir;)

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Mauricio Di Santi #28 @mx1972 em 08/03/2016 às 13:09

É isso mesmo.

A mudança tática no Brasil se processa mais notoriamente a partir de 1982.

Pelo menos por aqui a partir de 82, embora Telê Santana já jogasse num 4-4-2 bem definido.

Mas é isso aí, a individualidade aliada à um esquema de jogo bem assimilado forja grandes equipes.

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Mauricio Di Santi #28 @mx1972 em 08/03/2016 às 09:54

Eu tenho pra mim que os gigantes europeus estão mais para o futebol brasileiro do início dos anos 80 do que para o futebol espetáculo dos anos 60. Daí a política utilizada - na minha opinião - ao enfatizarem o Brasil da Era Pelé.

Até poque nos anos 60, volta e meia, ocorriam placares estilo 6 a 4,7 a 4,5 a 3, e por aí vai.

Já nos anos 70, esses placares não ocorriam com a mesma frequência, e, nos anos 80, tem-se uma mescla de esquadrões com sistemas de marcação mais reforçados, o que não ocorria exatamente nos anos 60.

O Brasil perdeu a copa de 82, pois na hora H faltou uma marcação mais efetiva, que já acontecia no Brasil naquele momento.

No caso da seleção brasileira, o tetra - muito mais enfaticamente - e o penta, foram conquistados, também, a partir da execução de um forte poder de marcação. Tanto que em 94 o Brasil levou só 03 gols e em 2002 levou 04 gols.

Mauricio Di Santi #28 @mx1972 em 07/03/2016 às 20:01

Sim, é verdade. Muitos realmente têm feito observado tal similaridade.

É claro que algumas declarações também trazem consigo uma certa política pelo fato de Pelé ser considerado o maior jogador, pelo fato do Brasil ser o país com mais copas conquistadas - em que pese o vexame de 2014.

Mas é muito notório que há também nos grandes times europeus uma grande preocupação com o sistema de marcação, eles jogam muito bem 'sem a bola'. Aliás, a manutenção da posse de bola, tão latente, por exemplo, no Barcelona de Guardiola, que hoje está no Bayern, é um artifício tanto de ofensividade quanto de cautela.

Uma característica dos grandes europeus é o fato deles também levarem poucos gols.

Mauricio Di Santi #28 @mx1972 em 07/03/2016 às 09:32

Pra lhe dizer a verdade, nunca vi Marcelinho como aquele jogador que a imprensa e boa parte da torcida diziam (e ainda dizem). Claro, foi um jogador importante, marcou muitos gols e ganhou muitos títulos. Na realidade, eu nem entrei muito âmbito das comparações, até porque se fosse para comparar, minha escolha seria por Sócrates, que é o grande nome para a maioria dos corinthianos da minha geração.

Naquele tempo - anos 60/70 - eu diria que o futebol era muito mais individualidade, porém é bom sempre lembrar que a copa de 74, principalmente com seleções como Alemanha e Holanda, indiretamente ditaram o 'fim' desse futebol de individualidades. O chamado futebol arte brasileiro. Fato este que se repete na copa de 82, com a queda da seleção de Telê na Espanha.

Maria Das Graças #2 @gracinhado.timao em 07/03/2016 às 07:02

O que as pessoas não fazem em nome da audiência.

André #9 @andre.anjoss em 05/03/2016 às 13:08

" " Exatamente.

Mauricio Di Santi #28 @mx1972 em 06/03/2016 às 21:10

Essa 'dependência' fez do Corinthians, naquela época, um time 'manjado', até por isso não ganhou nada.

Corinthiano Desde 1986 #224 @corinthiano.extermin em 06/03/2016 às 21:00

Raça, futebol, amor a camisa.

Mauricio Di Santi #28 @mx1972 em 06/03/2016 às 20:59

Me causa uma certa consternação, Tiago, olhar para aquela época (que felizmente já se foi há muito tempo kkkk), e ver que o Santos ganhou, o Palmeiras ganhou, o São Paulo, embora numa proporção bem menor, também não deixou de ganhar, e o Corinthians por sua vez não conseguiu nada.

Claro que é uma leviandade muito grande jogar a culpa disso somente nas costas de Rivellino, mas entendo que de uma forma uma pouco estranha, de repente, o Corinthians acabou ficando um pouco refém de Rivellino naquele período.

Talvez com um pouco mais de tempo - e espaço - eu talvez consiga explicar melhor porque penso dessa forma.

Alexandre, O Grande! #101 @alexandress30 em 06/03/2016 às 14:52

Nasci em 1984, pois lembro desses: Ronaldo Giovanelli, Neto, Tupãzinho, Célio Silva, Rincón, Gamarra, Vampeta, Edílson o Capetinha, Marcelinho Carioca, Dinei, Ronaldo Fenômeno...

Juarez Paulino #3.838 @corinthiano.vulcao em 06/03/2016 às 14:35

Embora Marcelinho ser um dos melhores, porém, antes de levar esse argumento ao extremo, quem assim pensa, deveria pesquisar a história, de Luiz Trujillo - Luizinho ' O Pequeno Polegar', atrevido meia canhoto, oriundo das categorias de base, do final dos anos de 1.940, precursor da irreverência. Muitos dizem que foi em quem Mané Garrincha se inspirou, até pelo fato de que nos anos 40, o Pacaembú era o maior palco futebolístico das Américas; Roberto Rivelino, também das categorias de base o ' Patada Atômica', Neco, e outros. Enfim, colocar Marcelinho como ' o maior' é no mínimo incoerência.