Ídolo diz que não voltaria ao Corinthians 'nem se estivesse passando fome'

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Tópico Lendário Entenda as regras

Vinicius #906 @vinicius.reboucas1 em 11/07/2019 às 14:34

Foi isso mesmo que disso o velho Vampeta durante a resenha desta quinta-feira (11) da Jovem Pan Esportes. O ídolo corintiano deixa claro que jamais se mostraria disponível a retornar ao Corinthians como dirigente para não correr o risco de ter a imagem de ídolo arranhada, como tanto já se viu no futebol brasileiro.

Durante o bate-papo os componentes da mesa ainda citaram exemplos que embasam o temor do baiano apelidado com uma mistura de vampiro com capeta: Raí, no São Paulo, Zico, no Flamengo, Roberto Dinamite, no Vasco, e até mesmo Rivellino, no Corinthians.

O ex-volante ainda frisou que não gostaria de ouvir a torcida do Timão gritando no estádio 'ah, que bom seria, se o Vampeta voltasse para a Bahia'. Na sequência emendou que 'no Audax a coisa é diferente, um negócio pequeno, é família'.

Os únicos ex-jogadores elogiados por seus desempenhos como dirigentes foram o saudoso Mario Sergio Pontes de Paiva e Leonardo.

Veja vídeo:

https://youtube.com/watch?v=nAwwlaW928E Vampeta POLEMIZA: Vampeta POLEMIZA: 'ser diretor do Corinthians? Nem se estivesse passando fome!' - YouTube Vampeta polemizou e disse que não aceitaria um eventual convite para ser diretor do Corinthians 'nem se estivesse passando fome' Inscreva-se no nosso canal: ... youtube.comyoutube.com

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Rafael Marques #66 @rafa.235 em 11/07/2019 às 14:41

Isso mostra que ele tem a exata noção do que significa ser ídolo do Corinthians, e não quer aranhar isso nem por dinheiro.

Parabéns à ele!

Embora acredite que ele poderia fazer um bom trabalho se eventualmente viesse a trabalhar no clube, mas entendo perfeitamente o que ele disse..

Everton Souza #5.325 @everton.souza32 em 11/07/2019 às 14:38

Culpa minha, culpa nossa, damos mais evidência nos erros de todos, jogadores, técnicos, dirigentes e por aí vai. O cara é muito mais vaiado por um erro, do que elogiando por um golaço por exemplo.

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Felipe Lacerda #635 @lipao88 em 15/07/2019 às 08:25

Exato mano!

Rafael #66 @rafa.235 em 11/07/2019 às 14:41

" "

Isso mostra que ele tem a exata noção do que significa ser ídolo do Corinthians, e não quer aranhar isso nem por dinheiro.

Parabéns à ele!

Embora acredite que ele poderia fazer um bom trabalho se eventualmente viesse a trabalhar no clube, mas entendo perfeitamente o que ele disse..

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Paulo Cézar Gonsalles #2.743 @pc.olimpia em 13/07/2019 às 23:40

Jogador de razoável técnica, só chegou a seleção Brasileira devido a força e ao momento do Corinthians. Muito melhor no papo do com a bola.

Daniel Boer De Souza #1.258 @dboer em 13/07/2019 às 21:35

É então não é nem questão de achar ídolo ou não e sim de falar que ele foi apenas um bom jogador ele pode não ser ídolo para muitos mas foi um Sr. Jogador

Paulo Rogerio @paulo.rogerio.campos em 13/07/2019 às 10:23

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Kkkk tem coisas que é melhor ler, do que ser cego (não é bem esse o ditado, mas beleza) a grande maioria o acha ídolo (inclusive eu), mas te alguns que não acha. Tá valendo

José Claudinê Plaza #9.026 @plaza em 13/07/2019 às 16:14

Ah! Essas crianças levadas. Você um dia será alguém. Por enquanto você é nada.

Vinicius #906 @vinicius.reboucas1 em 13/07/2019 às 11:37

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Prezado, críticas construtivas não vêm acompanhadas de adjetivos como 'deselegante', 'antiético' e 'parcial'. Que fique bem claro.

Quanto ao que você chama de 'ataque ao intelecto', é melhor definido como questionamento ao seu lastro para dizer o que é ou não pilar do Jornalismo. E esse questionamento persiste. Afinal, convenhamos que seu diploma, mesmo que da conceituadíssima Casper Líbero, não lhe dá margem para, após 29 anos como peça decorativa, discutir a deontologia da profissão que nunca exerceu.

E não pense que seu projeto experimental acadêmico como redator de um jornal de baixíssima circulação, no fim da década de 1960, é uma larga experiência como jornalista. Porque nunca foi, embora deva ter sido divertido...

Convenhamos que se todo leitor do Estadão, Folha de São Paulo ou, até mesmo, o extinto Última Hora de Samuel Wainer, fosse um potencial jornalista, expert em Comunicação, não existiria a necessidade de haver universidades de Comunicação espalhadas pelo mundo. Universidades estas que preparam o discente com graus além da graduação básica que já é abissal em relação à Casper Líbero do fim dos anos 1980. A própria Cásper Líbero já não é mesma. Evoluiu...

Quanto à 'precisão' e 'imparcialidade' que você analisou, de forma equivocada, diga-se, procure entender esses conceitos melhor e como eles se aplicam na Comunicação. Lhe recomendo Heródoto Barbeiro e Nilson Lage, autores brasileiros com lastro oriundo de vasta experiência profissional e conhecimento acadêmico específico.

No mais, existe um botão chamado 'Bloquear' no perfil de todos os usuários deste fórum. Esteja à vontade para fazer uso dele em relação a mim, já que o que escrevo não lhe agrada como o leitor, e nada além disso, que é.

Um abraço.

Cleber Amaral #4.318 @cleber.amaral em 13/07/2019 às 16:08

Sim vi o Vampeta jogar e na minha opinião foi ótimo jogador porém não considero o Vampeta um ídolo

Cleber #4318 @cleber.amaral em 12/07/2019 às 20:07

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Primeiro Vampeta pra mim nunca foi ídolo e outra se ele acha que tem algo de errado porque ele não usa a influência que ele tem para tentar mudar algo falar e fácil quero ver fazer

Matheus Leite #730 @matheus.leite em 13/07/2019 às 14:07

Edu é muito foda, tanto que tá indo pra Europa e aqui era esculachado

Mario Hermetti Carpegiani #383 @carpegiani em 13/07/2019 às 13:20

Um cara que fala o seguinte:

Eu fingia que jogava e eles fingiam que pagava.

No meu conceito não é Homem.

Um Homem numa situação desta, pega seu boné e vai embora.

Dizer que fingia que jogava? Honestidade ficou longe, caráter então?

Guilherme #474 @guilherme.calil em 13/07/2019 às 09:45

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Vampeta?

O que participou da nossa queda?

ídolo?

Apenas um bom jogador por um determinado período e que criou folclores para o time da vila sônia...

Meu ídolo jamais...

Vinicius Rebouças #906 @vinicius.reboucas1 em 13/07/2019 às 11:37

Prezado, críticas construtivas não vêm acompanhadas de adjetivos como 'deselegante', 'antiético' e 'parcial'. Que fique bem claro.

Quanto ao que você chama de 'ataque ao intelecto', é melhor definido como questionamento ao seu lastro para dizer o que é ou não pilar do Jornalismo. E esse questionamento persiste. Afinal, convenhamos que seu diploma, mesmo que da conceituadíssima Casper Líbero, não lhe dá margem para, após 29 anos como peça decorativa, discutir a deontologia da profissão que nunca exerceu.

E não pense que seu projeto experimental acadêmico como redator de um jornal de baixíssima circulação, no fim da década de 1960, é uma larga experiência como jornalista. Porque nunca foi, embora deva ter sido divertido...

Convenhamos que se todo leitor do Estadão, Folha de São Paulo ou, até mesmo, o extinto Última Hora de Samuel Wainer, fosse um potencial jornalista, expert em Comunicação, não existiria a necessidade de haver universidades de Comunicação espalhadas pelo mundo. Universidades estas que preparam o discente com graus além da graduação básica que já é abissal em relação à Casper Líbero do fim dos anos 1980. A própria Cásper Líbero já não é mesma. Evoluiu...

Quanto à 'precisão' e 'imparcialidade' que você analisou, de forma equivocada, diga-se, procure entender esses conceitos melhor e como eles se aplicam na Comunicação. Lhe recomendo Heródoto Barbeiro e Nilson Lage, autores brasileiros com lastro oriundo de vasta experiência profissional e conhecimento acadêmico específico.

No mais, existe um botão chamado 'Bloquear' no perfil de todos os usuários deste fórum. Esteja à vontade para fazer uso dele em relação a mim, já que o que escrevo não lhe agrada como o leitor, e nada além disso, que é.

Um abraço.

José #9026 @plaza em 13/07/2019 às 10:31

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Meu caro. Compreendo que você é daqueles que não aceitam críticas, ainda que construtivas. Atacar, contudo, o meu intelecto não justifica sua matéria equivocada. Você me aconselha ver o vídeo e afirma que eu não vi a notícia toda. Vi, no original, como vejo de quando em vez a Jovem Pan, que prefiro evitar, por ser emissora oficiosa dos tricolores. Revi o vídeo, várias vezes, e por isso, faça o mesmo e constará que o meu texto deve se manter intacto. Quanto a eu falar sobre o que não entendo (jornalismo), apenas retruco que na minha casa já assinávamos – e eu lia diariamente – o “Estadão”, a “Folha” e o “Jornal do Brasil”, quando, provavelmente nem você nem seus pais haviam nascido. No que se refere aos princípios éticos, que você insinua que desconheço, informo que me formei em Direito, em 1971, e sou advogado militante no foro da Capital, desde então, até hoje. Já na faculdade fui redator chefe do jornal universitário. Para encerrar, confesso que nem sempre alardeei meu Curriculum, nem parcialmente, mas tenho que encerrar, em definitivo, esta despicienda discussão, afirmando que aprendi ser os pilares do jornalismo a “precisão” e a “imparcialidade” na Fundação Cásper Libero, onde me formei em jornalismo em 1990.

Luiz Fernando Balestrero #2.712 @luiz.fernando.balest em 13/07/2019 às 11:25

Vampeta é corintiano e gente boa, merece respeito!

José Claudinê Plaza #9.026 @plaza em 13/07/2019 às 10:31

Meu caro. Compreendo que você é daqueles que não aceitam críticas, ainda que construtivas. Atacar, contudo, o meu intelecto não justifica sua matéria equivocada. Você me aconselha ver o vídeo e afirma que eu não vi a notícia toda. Vi, no original, como vejo de quando em vez a Jovem Pan, que prefiro evitar, por ser emissora oficiosa dos tricolores. Revi o vídeo, várias vezes, e por isso, faça o mesmo e constará que o meu texto deve se manter intacto. Quanto a eu falar sobre o que não entendo (jornalismo), apenas retruco que na minha casa já assinávamos – e eu lia diariamente – o “Estadão”, a “Folha” e o “Jornal do Brasil”, quando, provavelmente nem você nem seus pais haviam nascido. No que se refere aos princípios éticos, que você insinua que desconheço, informo que me formei em Direito, em 1971, e sou advogado militante no foro da Capital, desde então, até hoje. Já na faculdade fui redator chefe do jornal universitário. Para encerrar, confesso que nem sempre alardeei meu Curriculum, nem parcialmente, mas tenho que encerrar, em definitivo, esta despicienda discussão, afirmando que aprendi ser os pilares do jornalismo a “precisão” e a “imparcialidade” na Fundação Cásper Libero, onde me formei em jornalismo em 1990.

Vinicius #906 @vinicius.reboucas1 em 12/07/2019 às 17:48

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Amigão, Vampeta disse, com todas as letras que seu parco domínio do léxico permite, que não voltaria ao Corinthians 'nem se estivesse passando fome'. O vídeo está aí para confirmar. Agora, se você é leitor de título e comentário, ao invés de se atentar a ler o conteúdo dos textos já não é um problema meu.

E fica o questionamento: qual o seu lastro dizer o que é ou não 'pilar do jornalismo'? E mais: o título EM NADA fere a imparcialidade pregada na deontologia da profissão.

Não queira debater sobre o que você não entende...