Não venderemos os Naming Rights, eis o porquê

Fórum do Corinthians
Tópico popular Entenda as regras

Diego #3.862 @diego.s em 03/01/2020 às 11:58

R$ 400 milhões para um compromisso de 20 anos, isso é muito pra qualquer anunciante, é comprometer uma verba considerável de marketing por um prazo que ninguém está disposto a assumir numa economia que ainda está em retomada.

Peso muito o fato de todo o grupo Globo não falar o nome da marca na TV.

Já passou MUITO da hora do Corinthians montar outro modelo, talvez um prazo menor (de 5 a 8 anos) e pagamento mensal.

Do jeito que tá não vai vender, e enquanto a administração amadora do Andrés não profissionalizar o processo, vamos continuar adiando a receita do estádio em benefício do clube.

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Moises Aguiar #2.439 @shank em 03/01/2020 às 13:40

Naming Rights não funciona assim, em prazo pequeno. É um investimento de consolidação de nome e de marca.

Se mudar de nome a cada 3,5 anos, o nome não vai significar mais nada e não vai valer mais nada.

Naming right só funciona quando o nome vira referência para todo mundo.

Diogo Timão Rj #991 @diogo.figueira em 03/01/2020 às 13:33

Não venderam porque não colocaram uma empresa especializada de frente na época da construção da Arena, deixaram com taxinha e sua turma.

Infelizmente o NR virou lenda...

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Diego Sf #3.862 @diego.s em 03/01/2020 às 18:53

A ideia não é mudar o nome, fecha por 8 anos, tranquiliza o investidor e depois oferece boas condições para renovar.

Moises #2439 @shank em 03/01/2020 às 13:40

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Naming Rights não funciona assim, em prazo pequeno. É um investimento de consolidação de nome e de marca.

Se mudar de nome a cada 3,5 anos, o nome não vai significar mais nada e não vai valer mais nada.

Naming right só funciona quando o nome vira referência para todo mundo.

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Roberto Bidetti Cesare #51 @roberto.bidetti.cesa em 03/01/2020 às 16:12

Isso é uma merreca de 20 milhões por ano. Menos que um patrocínio master de camisa bem vendido. Aliás somando todos os patrocínios do uniforme já dá mais que 20 milhões no ano. Quem sonha com NR achando que isso é solução, está se iludindo. É dinheiro de pinga.

Itamar Fulano #33 @sr.fulano em 03/01/2020 às 15:26

DESCULPE AMIHO, MAS VOCÊ RSTA ACHANDO QUE NAMING RIGHTS É PLACA DE OUTDOOR DE MERCADO DA RSQUINA.

Amigo, se isso fosse tão viável, não faltaria Naming Rights nos estádios do Brasil.

Você esta olhando de forma superficial, pelo ponto de vista que quer imaginar.

Empresas olha o macro e não um ponto só específico, e projetam planejamento a longo prazo. Elas englobam tudo.

Em alguns anos atrás o dólar era 2 reais e pouco, hoje já esta mais de 4 reais.

Naming Rights é mais do que se pessoas vão lotar a arena e se vai passar muita gente em frente.

Precisa ver o público alvo o nicho de mercado da empresa a área de atuação e repercussão de mídia.

Além da exploração do local que a empresa também ira querer fazer.

No Brasil não se tem a cultura de Naming Rights que começou nos EUA a muitas décadas atrás.

Aqui as empresas de mídia tem muita relutância em divulgar, embora isso pode ser negociado.

Não é tão simpes, e o ambiente no Brasil pra esse tipo de negócio não é atrativo.

Por isso o valor pode ser sim desinteressante pra maioria das empresas que teriam condições pra isso.

Lucas #8530 @lucas.oliveira90 em 03/01/2020 às 15:10

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É viável, pois diante a crise que disse o Corinthians consegue colocar de 30 a 40 mil pessoas no estádio por jogo, moro em Itaquera e sempre quando tem eventos e shows no estacionamento da Arena ela sempre esta lotada, nas redondezas tem metro, CPTM e um Shopping. Diante disso, milhares de pessoas passam pela Arena mesmo que de longe com uma marca ou nome estampado nela seria sim uma grande oportunidade de marketing.

Brasil mesmo com a crise a população brasileira é uma das que mais gastam com eletrônicos e turismo, então é sim viável esse tipo de negócio diante um cenário que mesmo com o país em crise continua com uma população consumidora.

Páme Korinthianoús! #811 @oi.korinthioi em 03/01/2020 às 15:17

Concordo. O risco é alto - comprometimento de longo prazo com um time com alta rejeição.

Porém... Menos do que isso acho que perde o propósito... Se os NR trocarem de cinco em cinco anos, creio que não funciona como estratégia. A lógica do NR é virar um marco referencial na cidade. No caso da Arena, a marca viraria uma referência na zona leste.

Gabriel Martins #140 @gabriel.martins6 em 03/01/2020 às 15:14

Mas os 400mi seria pagamento mensal também

Lucas Oliveira #8.530 @lucas.oliveira90 em 03/01/2020 às 15:10

É viável, pois diante a crise que disse o Corinthians consegue colocar de 30 a 40 mil pessoas no estádio por jogo, moro em Itaquera e sempre quando tem eventos e shows no estacionamento da Arena ela sempre esta lotada, nas redondezas tem metro, CPTM e um Shopping. Diante disso, milhares de pessoas passam pela Arena mesmo que de longe com uma marca ou nome estampado nela seria sim uma grande oportunidade de marketing.

Brasil mesmo com a crise a população brasileira é uma das que mais gastam com eletrônicos e turismo, então é sim viável esse tipo de negócio diante um cenário que mesmo com o país em crise continua com uma população consumidora.

Itamar #33 @sr.fulano em 03/01/2020 às 14:46

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Não viável não.



Primeiro, não existe isso de avista, esse tipo de negócio ninguém paga a vista.



Segundo, o que sefine se vale ou não é o mercado onde o clube esta inserido.



O Brasil é um país instável, politicamente e economicamente, vive em recessão, tem impeachment de presidente, o país vive de reformas.



Isso transformam projetos de médio e longo prazo em risco pra empresas.



O que faz com qie o valor de 400 milhões seja desinteressante para as empresas.



Não é algo tão simples como muitos acham.

Itamar Fulano #33 @sr.fulano em 03/01/2020 às 14:57

Amigo não seja ingênuo!



Várias empresas gigantes do mundo já fizeram coisas erradas e corrupção. Muitas não são exemplos de ética e mesmo assim tem sempre parcerias e negócios.



O grande problema mesmo é outro.



O PROBLEMA QUE MUITOS ACHAM QUE NAMING É QUE NEM COLOCAR OUTDOORS NA ESQUINA EM UM MERCADINHO.



Naming Rights é projeto de médio e longo prazo.



SÓ QUE O Brasil É UM PAÍS DE RISCO ORA ARCODOS TÃO LONGOS.



País que é muito instável politicamente e economicamente.



País vive em recessão.



Impeachment de presidente.



Vive em reformas, previdência, trabalhista.



Desemprego aumenta.



IMAGINE INVESTIR MAIS DE UMA DÉCADA EM UM PAÍS ASSIM?



Acha que as empresas sentem seguras?



Claro que não!



Por isso esse valor de 400 milhões pode ser muito pela realidade de nercado nosso.



Esse é o ponto.

Saiph #1393 @mateus.lopes11 em 03/01/2020 às 13:54

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Não vende porque empresa séria não se mistura com bandido (Andrés e a turma). Toda empresa grande tem um estatuto que mina esse tipo de parceria

Itamar Fulano #33 @sr.fulano em 03/01/2020 às 14:46

Não viável não.



Primeiro, não existe isso de avista, esse tipo de negócio ninguém paga a vista.



Segundo, o que sefine se vale ou não é o mercado onde o clube esta inserido.



O Brasil é um país instável, politicamente e economicamente, vive em recessão, tem impeachment de presidente, o país vive de reformas.



Isso transformam projetos de médio e longo prazo em risco pra empresas.



O que faz com qie o valor de 400 milhões seja desinteressante para as empresas.



Não é algo tão simples como muitos acham.

Lucas #8530 @lucas.oliveira90 em 03/01/2020 às 14:24

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É viável sim, 400 milhões em 20 anos da 20 milhões por ano, preço de um patrocinador master como a caixa que pagava ao Corinthians quase 30 milhões ao ano. O problema é que a nossa diretoria vai querer os 400 a vista, se fosse de forma parcelada já estava vendido.

Itamar Fulano #33 @sr.fulano em 03/01/2020 às 14:39

É isso aí, Naming Rights é projeto de médio a longo prazo.



Mínimo de 10 pu 15 anos.



Só que entra outros aspectos que complicam as coisas.



Primeiro, nosso país é instável politicamente e economicamente.



Em 10 anos uma crise pode aumentar muito, país vive em recessão, tem impeachment de presidente, reforma uma atrás da outra.



Isso afasta as empresas ora projetos de longo prazo.



Outra coisa é que precisa colocar uma empresa do ramo esoecializada na negociação de Naming Rights. Foiassim que a W.Torres fez no estádio das Pepas.



E clubes não tem muita credibilidade, empresas sentiriam mais seguras negiciando com outros.



Fora pedir um valor fora da realidade do nosso mercado.



Essas coisas teriam que mudar.

Moises #2439 @shank em 03/01/2020 às 14:27

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Complementando: Veja aqui em São Paulo, a CrediCard Hall. Ainda é o nome pelo qual ela é conhecida até hoje.

Em 2013 virou CitiBank Hall, ficou por 5 anos (e a maioria nem sabe ou lembra). Em 2018 voltou a ser CrediCard Hall, e agora chama UnimedHall.

Não vejo uma pessoa falando 'vou num show no UnimedHall'.

Imagina pagar milhões para colocar um nome por 5 anos e o resultado ser esse?

Luis Lima #85 @luislima em 03/01/2020 às 14:33

Não é por causa do valor.

E sim quem irá administrar o valor.

Imagina você ser o empresário e ao chegar para uma reunião ser recebido por :

Andrés, André Negao, Edu Diarreia, Duilio do Bingo.

Quem seria louco de entregar qualquer dinheiro para essa turma?