Jogo do Corinthians chega a 40 pontos e faz futebol na Globo bater o recorde do ano

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Tópico Lendário Entenda as regras

Leonardo #1.976 @leonardo.corinthians em 04/03/2016 às 12:14

Jogo do Corinthians chega a 40 pontos e faz futebol na Globo bater o recorde do ano

A Globo conquistou excelente índices com o jogo do Corinthians na Libertadores exibido na noite de ontem, 02 de março.

De acordo com dados consolidados pelo Ibope Media, o jogo entre Corinthians e Santa Fé liderou com 26,4 de média e chegou a 40 pontos de pico. É o melhor resultado da emissora carioca em jogos de futebol em 2016.

O último recorde da Globo em jogos de futebol foi registrado em outro jogo do Corinthians, na estreia da Libertadores. De acordo com dados consolidados do Ibope, o jogo valendo a Fase de Grupos Libertadores alcançou 24 pontos em São Paulo e 39% de share (número de televisores ligados).

Fonte: http://www.bastidoresdatv.com.br/audiencia/jogo-do-corinthians-chega-a-40-pontos-e-faz-futebol-na-globo-bater-o-recorde-do-ano

PS: É bom a Globo abrir os olhos com essa história de pagar mais para os Bambis do que para o Corinthians na TV fechada, os números estão aí para mostrar quem é o maior clube das Américas!

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Carlos Antonio Junior #2.325 @carlos.antonio.junio em 04/03/2016 às 14:40

Então aí me vem uns Zé ruela. E quer dividir igual as cotas de TV

Carlos Dal Ponte #199 @carlos.dal.ponte em 04/03/2016 às 14:36

Eu fico profundamente triste de um clube da grandeza do Corinthians ter rabo preso com qualquer empresa/entidade, neste caso a Globo... Perde poder de barganha e se afunda em juros estratosféricos...

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Paulo Paulo Paulo #48 @paulo.52 em 06/03/2016 às 21:15

Não conheço a fundo os quadros do Clube, Anísio (não sou associado e só fui lá duas ocasiões, em visita, há muitos anos). Mas, a julgar pelo que tenho visto ultimamente, eles são bem fracos, tanto os próceres da situação quanto os pretendentes da oposição. Não consigo enxergar alguém ali de alta qualificação moral e gerencial. Se você conhecer, diga-me quem é que eu apoio, rs! Imagino no futuro que filiados ao sócio torcedor possam também se candidatar, mas essa já é outra história, que exigiria divisão administrativa entre o Clube Social e o futebol. Quanto à política brasileira, sou apologista do voto facultativo, como um direito inalienável do cidadão, de não se submeter à tentativa de tutela da classe política, seja ela de esquerda, direita ou centro. Isso em caráter permanente, como princípio. Por hora, contudo, apoio o voto nulo, para expungirmos essa classe política atual e favorecer a sua reciclagem (eles precisam ser desacreditados, o tal voto útil - no menos pior - é uma falácia que eles se esmeram em sustentar para engambelar o povo e evitar a desmoralização da própria classe).

Anisio #139 @amoamolim em 06/03/2016 às 19:33

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Sobre a sua opinião do voto facultativo que poderia dar outro panorama, evidentemente mais favorável à maioria, estou de pleno acordo; que faria uma seleção de candidos mesmo que corressemos o riscos de qualquer candidatos iguais a esses que temos hoje e que tivemos sempre, como andréz, tiririca, e mais um monte deles que poderiam com 6 duzia de voto se eleger, porque quando se vê a lista dos pretendentes, a vontade que se tem e não votar.

E acrescentaria também na mesma tese do facultativo, o fim do palanque eletrônico, faria como se fazia antigamente que cheguei a ver candidatos chegar numa praçinha de seu bairro, em cima de um caixote e fazer o seu discurso, sem saber se seria aceito, ou, se seria vaiado e com ovadas e tomatadas. Ali na cara e nos olhos do seu consumidor.

Eu espero que essa sua hipótese ou mesmo tese, dos conselheiros não terem mais para onde se dirigir, venha ser um caminho para uma tomada de virada para outros parâmetros de administração de clubes de futebol, com a presença muito maior de sócios tanto do clube como o torcedor.

Só tenho dúvidas se esse processo venha de fato a contribuir na qualidade dos indivíduos pretendentes. Porque se você tem um universo em seu clube de 30/40 mil pessoas apta ao voto, mas que elas tenham que escolher entre André negrão e paulo Garcia, e hoje os que estão lá, não diferem nada desses dois exemplos, ficamos na mesma.

O ideal é acabar de vez com a quadrilha toda que se apossou do clube, pra depois se estabelecer os processos progressistas em que o clube tem que começar fazê-lo, pois já estamos a todo vapor no século 21 e as coisas parecem as mesma do início do século passado.

Por ex: Será difícil para o país querer modificar alguma coisa, com as instituições comandadas por esses que estão lá. Congresso, Senado, STJ, Governos, etc.

Se PULVERIZAR essa gente toda, existe uma perscpetiva, uma luz no fim do tunel, mas, com essa gente, dificilmente se fará modificações. Ninguém quer largar a rapadura, ela pode ser dura, mas é muito doce.

Assim também vejo o meu clube, de alma e mente.

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Anisio Molim #139 @amoamolim em 06/03/2016 às 19:33

Sobre a sua opinião do voto facultativo que poderia dar outro panorama, evidentemente mais favorável à maioria, estou de pleno acordo; que faria uma seleção de candidos mesmo que corressemos o riscos de qualquer candidatos iguais a esses que temos hoje e que tivemos sempre, como andréz, tiririca, e mais um monte deles que poderiam com 6 duzia de voto se eleger, porque quando se vê a lista dos pretendentes, a vontade que se tem e não votar.

E acrescentaria também na mesma tese do facultativo, o fim do palanque eletrônico, faria como se fazia antigamente que cheguei a ver candidatos chegar numa praçinha de seu bairro, em cima de um caixote e fazer o seu discurso, sem saber se seria aceito, ou, se seria vaiado e com ovadas e tomatadas. Ali na cara e nos olhos do seu consumidor.

Eu espero que essa sua hipótese ou mesmo tese, dos conselheiros não terem mais para onde se dirigir, venha ser um caminho para uma tomada de virada para outros parâmetros de administração de clubes de futebol, com a presença muito maior de sócios tanto do clube como o torcedor.

Só tenho dúvidas se esse processo venha de fato a contribuir na qualidade dos indivíduos pretendentes. Porque se você tem um universo em seu clube de 30/40 mil pessoas apta ao voto, mas que elas tenham que escolher entre André negrão e paulo Garcia, e hoje os que estão lá, não diferem nada desses dois exemplos, ficamos na mesma.

O ideal é acabar de vez com a quadrilha toda que se apossou do clube, pra depois se estabelecer os processos progressistas em que o clube tem que começar fazê-lo, pois já estamos a todo vapor no século 21 e as coisas parecem as mesma do início do século passado.

Por ex: Será difícil para o país querer modificar alguma coisa, com as instituições comandadas por esses que estão lá. Congresso, Senado, STJ, Governos, etc.

Se PULVERIZAR essa gente toda, existe uma perscpetiva, uma luz no fim do tunel, mas, com essa gente, dificilmente se fará modificações. Ninguém quer largar a rapadura, ela pode ser dura, mas é muito doce.

Assim também vejo o meu clube, de alma e mente.

Paulo #48 @paulo.52 em 05/03/2016 às 23:33

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Anísio, quanto ao Clube, creio que talvez os sócios/conselheiros se vejam obrigados, mais adiante, a se posicionar favoravelmente ao direito de voto dos sócios-torcedores (Programa Fiel torcedor). Não porque o desejem, mas porque talvez não tenham alternativa. Não podemos esquecer que os clubes sociais, no Brasil, estão em franco declínio. Ou seja, mesmo não querendo, talvez eles se vejam compelidos a mudar por absoluta falta de sócios com direito de voto, no PSJ (também pode ocorrer o contrário, a curto e médio prazos, ou seja, a formação de castas cada vez mais elitistas, restritas, fechadas, em pequeno número, mas, a longo prazo, creio que isso não se sustentará). Quanto ao Brasil, acredito que o voto facultativo, embora possa parecer pouco significativo, para a maioria, se constituiria, na verdade, num poderoso instrumento de mudança política, pacífica, com a qualificação do voto e com o fim da tutela dos políticos sobre os cidadãos.

Paulo Paulo Paulo #48 @paulo.52 em 05/03/2016 às 23:33

Anísio, quanto ao Clube, creio que talvez os sócios/conselheiros se vejam obrigados, mais adiante, a se posicionar favoravelmente ao direito de voto dos sócios-torcedores (Programa Fiel torcedor). Não porque o desejem, mas porque talvez não tenham alternativa. Não podemos esquecer que os clubes sociais, no Brasil, estão em franco declínio. Ou seja, mesmo não querendo, talvez eles se vejam compelidos a mudar por absoluta falta de sócios com direito de voto, no PSJ (também pode ocorrer o contrário, a curto e médio prazos, ou seja, a formação de castas cada vez mais elitistas, restritas, fechadas, em pequeno número, mas, a longo prazo, creio que isso não se sustentará). Quanto ao Brasil, acredito que o voto facultativo, embora possa parecer pouco significativo, para a maioria, se constituiria, na verdade, num poderoso instrumento de mudança política, pacífica, com a qualificação do voto e com o fim da tutela dos políticos sobre os cidadãos.

Anisio #139 @amoamolim em 05/03/2016 às 15:37

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Eu divido em 4 comentários a minha visão sobre o que você está dizendo.

Em 1º lugar, é muito engraçado você dizer sobre os reacionários cuja a esquerda tão bem, se apoderou. Na minha época de atuante de esquerda, nós eramos os Libertadores, os progressistas, e hoje a esquerda está mais próxima do caudilhismo do que da libertação. É muito engraçado, mas horrivelmente constrangedor.

Em 2º lugar, quando eu digo que a gaviões poderia ser um passo, talvez nunca um vetor, porque certamente não existem lideranças inteligente por lá, e que seria de fácil manipulação por outros mais espertos. Todavia, poderia ser uma boa fumaça, e um início de argumento, ou de posição, do tipo pra que lado queremos que essa condução se dirija.

Em 3º lugar, é aquilo que já comentei sobre o Status Quo, que ninguém lá de dentro quer modificar, seria mesmo por forças de pressões vindo de fora, pensando somente no benefício ao clube e não de interesses políticos de um ou de outro. Isso tornaria a continuidade. E o que precisa é ter uma ruptura desse modelo.

Em 4º lugar e por último, quanto essas coisas do voto, certamente sou da mesma opinião que deveria ser facultativo. Me lembro muito bem quando se discutia sobre o voto em plena ditadura, e que na época se identificou que o voto teria de ser obrigatório (pensava-se como arma do povo) até mesmo por uma visão (hoje muito míope) de que faltava ao povo, o direito de se manifestar nas urnas, e isso era como se fosse retornar ao povo a prática de exercer seus direitos cívicos e socias. Anos depois, estamos provando que foi um grande erro. Portanto, reforma política já.

Mas, hoje isso soa como uma imposição ditatorial. Talvez o facultativo poderia ser o caminho de resolvermos de uma vez por toda, a distorção em que se tranformou o poder do voto obrigatório, que nos fez aparecer nesse cenário, a figura do menos ruim, do messiânico salvador da pátria. Lula figura exemplar, até mesmo nesses momentos de 24º força tarefa, se nota a presença fundamentalista dos seus correligionários, em confronto com aqueles que o querem em cana. E isso monopolizou o mundo. Os noticiários de fora, são marcantes pelo evento de ontem. Parece até que a guerras pelo planeta foram interrompidas, para se ter a atenção total no desfecho. É incrível isso, como um homem desse pode provocar até mesmo comoção pelo mundo afora.

Voltando... A falta de candidatos que de fato fale a nossa língua e que tenha propostas concretas e verdadeiras em proveito ao povo, como choque de Educação e Cultura em primeiro plano, depois as outras coisas, nos faz pensar que seria uma solução.

Entretanto, como nunca tivemos essa experiência, fica somente no plano da hipótese, do desejo de alguns, do imaginário popular que esse é o país do futuro.

Sou um pouco mais prático na visão dessas coisas. Gostaria que houvesse no nosso país organizações como o ETA ou IRA, que ajustariam as contas do povo, com todos os algozes inimigos da nação. Seria muito mais prático, menos pirotécnico, e muito mais eficiente. E economicamente mais viável.

Nós temos organizações também poderosas, mas, que estão em outra ponta do Iceberg, que são os PCCs da vida, que tem suas regras, suas políticas, suas justiças, assim como qualquer estado de direito.

Essas, eu estou fora.

Anisio Molim #139 @amoamolim em 05/03/2016 às 15:37

Eu divido em 4 comentários a minha visão sobre o que você está dizendo.

Em 1º lugar, é muito engraçado você dizer sobre os reacionários cuja a esquerda tão bem, se apoderou. Na minha época de atuante de esquerda, nós eramos os Libertadores, os progressistas, e hoje a esquerda está mais próxima do caudilhismo do que da libertação. É muito engraçado, mas horrivelmente constrangedor.

Em 2º lugar, quando eu digo que a gaviões poderia ser um passo, talvez nunca um vetor, porque certamente não existem lideranças inteligente por lá, e que seria de fácil manipulação por outros mais espertos. Todavia, poderia ser uma boa fumaça, e um início de argumento, ou de posição, do tipo pra que lado queremos que essa condução se dirija.

Em 3º lugar, é aquilo que já comentei sobre o Status Quo, que ninguém lá de dentro quer modificar, seria mesmo por forças de pressões vindo de fora, pensando somente no benefício ao clube e não de interesses políticos de um ou de outro. Isso tornaria a continuidade. E o que precisa é ter uma ruptura desse modelo.

Em 4º lugar e por último, quanto essas coisas do voto, certamente sou da mesma opinião que deveria ser facultativo. Me lembro muito bem quando se discutia sobre o voto em plena ditadura, e que na época se identificou que o voto teria de ser obrigatório (pensava-se como arma do povo) até mesmo por uma visão (hoje muito míope) de que faltava ao povo, o direito de se manifestar nas urnas, e isso era como se fosse retornar ao povo a prática de exercer seus direitos cívicos e socias. Anos depois, estamos provando que foi um grande erro. Portanto, reforma política já.

Mas, hoje isso soa como uma imposição ditatorial. Talvez o facultativo poderia ser o caminho de resolvermos de uma vez por toda, a distorção em que se tranformou o poder do voto obrigatório, que nos fez aparecer nesse cenário, a figura do menos ruim, do messiânico salvador da pátria. Lula figura exemplar, até mesmo nesses momentos de 24º força tarefa, se nota a presença fundamentalista dos seus correligionários, em confronto com aqueles que o querem em cana. E isso monopolizou o mundo. Os noticiários de fora, são marcantes pelo evento de ontem. Parece até que a guerras pelo planeta foram interrompidas, para se ter a atenção total no desfecho. É incrível isso, como um homem desse pode provocar até mesmo comoção pelo mundo afora.

Voltando... A falta de candidatos que de fato fale a nossa língua e que tenha propostas concretas e verdadeiras em proveito ao povo, como choque de Educação e Cultura em primeiro plano, depois as outras coisas, nos faz pensar que seria uma solução.

Entretanto, como nunca tivemos essa experiência, fica somente no plano da hipótese, do desejo de alguns, do imaginário popular que esse é o país do futuro.

Sou um pouco mais prático na visão dessas coisas. Gostaria que houvesse no nosso país organizações como o ETA ou IRA, que ajustariam as contas do povo, com todos os algozes inimigos da nação. Seria muito mais prático, menos pirotécnico, e muito mais eficiente. E economicamente mais viável.

Nós temos organizações também poderosas, mas, que estão em outra ponta do Iceberg, que são os PCCs da vida, que tem suas regras, suas políticas, suas justiças, assim como qualquer estado de direito.

Essas, eu estou fora.

Paulo #48 @paulo.52 em 05/03/2016 às 11:25

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Você se refere à uma possível tomada de consciência das Organizadas, seguida de protestos contra os dirigentes do futebol? É um princípio, mas as forças reacionárias (não gosto muito deste termo porque a esquerda se apropriou dele, mas vá lá!) serão duras de vencer. Será uma longa batalha, que exigirá união, determinação e fôlego dos torcedores - embora confesse que ainda não está claro para mim o objetivo real por trás dessas manifestações recentes da Gaviões. No caso da política, temos o voto (que eles nos impõem, quando eu entendo que deveria ser facultativo, um direito, e não um dever, como ocorre hoje). Mas é um instrumento poderoso de mudança, se bem utilizado. No caso do Corinthians não temos nada. Dependemos da tomada de consciência dos conselheiros do Clube, e, aí, você sabe, será dificílimo contornar os interesses pessoais e até personalísticos de alguns caciques, dentro do PSJ.

Paulo Paulo Paulo #48 @paulo.52 em 05/03/2016 às 11:25

Você se refere à uma possível tomada de consciência das Organizadas, seguida de protestos contra os dirigentes do futebol? É um princípio, mas as forças reacionárias (não gosto muito deste termo porque a esquerda se apropriou dele, mas vá lá!) serão duras de vencer. Será uma longa batalha, que exigirá união, determinação e fôlego dos torcedores - embora confesse que ainda não está claro para mim o objetivo real por trás dessas manifestações recentes da Gaviões. No caso da política, temos o voto (que eles nos impõem, quando eu entendo que deveria ser facultativo, um direito, e não um dever, como ocorre hoje). Mas é um instrumento poderoso de mudança, se bem utilizado. No caso do Corinthians não temos nada. Dependemos da tomada de consciência dos conselheiros do Clube, e, aí, você sabe, será dificílimo contornar os interesses pessoais e até personalísticos de alguns caciques, dentro do PSJ.

Anisio #139 @amoamolim em 05/03/2016 às 01:02

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Paulo, isso não é somente uma opinião sua, isso é um caminho que você está propondo. Não importa quanto tempo, o que importa é o primeiro passo e a percepção que se tem é o medo de dar esse primeiro passo ou que ninguém quer dar esse maldito passo.

Lá eles estão com suas armas apontadas aos que forem oposicionistas desse 'status quo', não por que fulano quer ser presidente, isso não importa, desde que reze a bíblia sagrada do clube.

Se não rezarem nessa bíblia e quererem modificar essa situação, daí sim é guerra, e ninguém por lá, quer fazer guerra.

Os protestos internos dos 'oposicionistas' são muito parecidos com os da nossa política. Quando o cara da opisição se empolga um pouco mais, alguém chega nele e fala pra que ele manere, porque pode espirar em celebridades do partido. Daí o cara se cala.

Uma sujeirada do cacete. Mas, tem que ter um fim. Quem sabe esse turbilhão que está se formando em função dos protesto da gaviões que vem mexendo com os baluartes e produtores do caos futebolístico brasileiro, não seja aí um caminho também para espirrar nas administrações de clubes.

E você Paulo, o que me diz disso? Você acha que isso pode ser algo profícuo numa linha de moralização ao esporte futebol?

Noors Erfa #2.118 @sowoneul.malhaebwa em 05/03/2016 às 01:43

Os caras vivem de Corinthians também, qualquer um quer ver nosso time, estão mais preocupados com nossas derrotas do que com os times deles.

Anisio Molim #139 @amoamolim em 05/03/2016 às 01:02

Paulo, isso não é somente uma opinião sua, isso é um caminho que você está propondo. Não importa quanto tempo, o que importa é o primeiro passo e a percepção que se tem é o medo de dar esse primeiro passo ou que ninguém quer dar esse maldito passo.

Lá eles estão com suas armas apontadas aos que forem oposicionistas desse 'status quo', não por que fulano quer ser presidente, isso não importa, desde que reze a bíblia sagrada do clube.

Se não rezarem nessa bíblia e quererem modificar essa situação, daí sim é guerra, e ninguém por lá, quer fazer guerra.

Os protestos internos dos 'oposicionistas' são muito parecidos com os da nossa política. Quando o cara da opisição se empolga um pouco mais, alguém chega nele e fala pra que ele manere, porque pode espirar em celebridades do partido. Daí o cara se cala.

Uma sujeirada do cacete. Mas, tem que ter um fim. Quem sabe esse turbilhão que está se formando em função dos protesto da gaviões que vem mexendo com os baluartes e produtores do caos futebolístico brasileiro, não seja aí um caminho também para espirrar nas administrações de clubes.

E você Paulo, o que me diz disso? Você acha que isso pode ser algo profícuo numa linha de moralização ao esporte futebol?

Paulo #48 @paulo.52 em 05/03/2016 às 00:39

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Anísio, não li, infelizmente. Mas concordo de antemão que o futebol - como os esportes em geral - está nas mãos de oportunistas e negociantes. Por isso nada muda, não interessa aos clubes alterar essa roda da fortuna, exatamente porque seus dirigentes estão envolvidos em falcatruas e se locupletam continuamente. Os que não estão, por sua vez, só esperam a hora de se regalarem. Esse é o grande drama do esporte moderno (e, talvez, da política moderna). Será difícil vencer esses empecilhos à evolução do esporte, em nível global. Da nossa parte, como corinthianos, creio que o primeiro e indispensável passo seria a extensão do direito de voto ao fiel torcedor, e, ulteriormente, a todos os corinthianos cadastrados. Quanto mais amplo e variado o colégio eleitoral, mais democrática e aprimorada será a escolha dos dirigentes. Mas é só uma opinião pessoal...

Thiago Colen #1.313 @thgcolen em 05/03/2016 às 01:00

Só tinha que colocar os jogos as 21h na quarta, será que a globo não ve que futebol também dá audiência.. 21h não ajuda nada o pai de família torcedor que precisa voltar pra casa depois do jogo, só dá a ele a calma de poder sair da arena e embarcar sem medo.. é difícil?

Paulo Paulo Paulo #48 @paulo.52 em 05/03/2016 às 00:39

Anísio, não li, infelizmente. Mas concordo de antemão que o futebol - como os esportes em geral - está nas mãos de oportunistas e negociantes. Por isso nada muda, não interessa aos clubes alterar essa roda da fortuna, exatamente porque seus dirigentes estão envolvidos em falcatruas e se locupletam continuamente. Os que não estão, por sua vez, só esperam a hora de se regalarem. Esse é o grande drama do esporte moderno (e, talvez, da política moderna). Será difícil vencer esses empecilhos à evolução do esporte, em nível global. Da nossa parte, como corinthianos, creio que o primeiro e indispensável passo seria a extensão do direito de voto ao fiel torcedor, e, ulteriormente, a todos os corinthianos cadastrados. Quanto mais amplo e variado o colégio eleitoral, mais democrática e aprimorada será a escolha dos dirigentes. Mas é só uma opinião pessoal...

Anisio #139 @amoamolim em 05/03/2016 às 00:24

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Não sei se são cagadas simplesmente. Está mais para cagadas 'programadas', 'projetadas', 'articuladas'.

Não sei se você leu, mas vale a pena ler o livro do Jornalista Jamil Chade, um correspondente internacional do Estadão, e da ESPN, que escreve sobre Política, Propina e Futebol, que aliás esse é o título do livro, e saiu logo que encanaram os Fifetes lá na Suiça, inclusive o nosso josé maria marin, delator-mor da ditadura militar de 64, levando muita gente aos porões da ditadura Paulista.

Lá ele coloca o que é a FIFA, CBF, CONMEBOL, CONCACAF, e empresas circundadas nesse hemisfério, além de dirigentes de clubes brasileiros em geral, e o futebol a que rei presta os seus serviços.

Se enganam, quem acha que o futebol é um esporte do povo. Isso quem sabe um dia foi, mas hoje, é uma casta muito pequena de tentáculos planetários que detém os negócios em que se tornou o futebol.

Anisio Molim #139 @amoamolim em 05/03/2016 às 00:24

Não sei se são cagadas simplesmente. Está mais para cagadas 'programadas', 'projetadas', 'articuladas'.

Não sei se você leu, mas vale a pena ler o livro do Jornalista Jamil Chade, um correspondente internacional do Estadão, e da ESPN, que escreve sobre Política, Propina e Futebol, que aliás esse é o título do livro, e saiu logo que encanaram os Fifetes lá na Suiça, inclusive o nosso josé maria marin, delator-mor da ditadura militar de 64, levando muita gente aos porões da ditadura Paulista.

Lá ele coloca o que é a FIFA, CBF, CONMEBOL, CONCACAF, e empresas circundadas nesse hemisfério, além de dirigentes de clubes brasileiros em geral, e o futebol a que rei presta os seus serviços.

Se enganam, quem acha que o futebol é um esporte do povo. Isso quem sabe um dia foi, mas hoje, é uma casta muito pequena de tentáculos planetários que detém os negócios em que se tornou o futebol.

Paulo #48 @paulo.52 em 05/03/2016 às 00:06

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Pois é, Anísio! O que me aborrece é ver o quanto de autonomia tem um presidente do SCCP para fazer ca h das...