Corinthians aposta alto na venda dos naming rights do estádio

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Anderson #110 @mazzafiel em 11/05/2014 às 10:34

Corinthians aposta alto na venda dos naming rights do estádioAndrés Sanchez vai para Dubai para tirar dúvidas dos árabes da Emirates

10 de maio de 2014 | 17h 08 Almir Leite e Paulo Favero - O Estado de S. Paulo

São Paulo - O Corinthians não tem dúvidas de que as receitas que o estádio em Itaquera pode gerar vão conseguir superar com folga os gastos, que só aumentaram desde que o clube decidiu construir a sua própria arena. A começar pela venda dos naming rights, o direito de batizar a nova casa. Andrés Sanchez, ex-presidente do clube e responsável pelas obras, viaja neste sábado para Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, para ter uma reunião importante com a Emirates.

Ele esteve lá há poucas semanas, quando levou uma apresentação formal do projeto de naming rights. Acabou chamando a atenção dos árabes, que o convidaram para voltar para o Oriente Médio a fim de esclarecer algumas dúvidas. Tanto que ele fez questão de ir logo, mesmo tendo de embarcar poucas horas depois do evento de inauguração do estádio, a festa da Fiel para 20 mil pessoas.

O pedido, que antes muitos consideravam extravagante, é de no mínimo R$ 400 milhões pelo direito de dar nome ao campo por 20 anos. Para a empresa árabe, o valor não chega a ser tão alto, até porque ela tem ambição de ampliar seu investimento no futebol. Atualmente, patrocina grandes clubes como o Real Madrid, o Arsenal e o Paris Saint-Germain. Também foi patrocinadora oficial da Copa de 2006.

Se o dirigente voltar da viagem com um acerto, já será boa notícia, pois o Corinthians precisa começar a fazer caixa com urgência. Até agora o estádio foi só custo e, com a Copa, a arena não poderá ser usada a partir do dia 21 de maio. Após o Mundial, o clube voltará os esforços para ampliar a receita.

Andrés já revelou em conversa com o Estado ter expectativa de receita de até R$ 200 milhões/ano com o estádio. Pode ser previsão otimista, mas uma ideia para aumentar os recursos é fazer uma espécie de leilão pelos lugares mais nobres do estádio, por um tempo determinado. A lógica corintiana consiste em ceder seus espaços por um curto período, pois caso contrário o aumento do custo de vida e a inflação podem transformar locais privilegiados da arena em ninharia. Assim, o leilão colocaria um 'preço de mercado' nos assentos e o clube poderia conseguir uma receita maior.

Em contrapartida, o estádio vai oferecer setores luxuosos para os torcedores de maior poder aquisitivo. Quando o clube pensava na construção do estádio, encomendou uma pesquisa para traçar o perfil da Fiel e chegou à conclusão de que o Corinthians é o clube brasileiro que tem a maior quantidade de torcedores ricos – em números absolutos, não na proporção.

'Nosso estádio nasceu de um estudo de mercado. Outro ponto é que quem fez o projeto foi o Corinthians, não a empreiteira. Fomos nós que dissemos como deve ser, qual o acabamento e qual a proporção de assentos por faixa de ingresso', conta Luís Paulo Rosenberg, vice-presidente do clube.

A partir dessa informação, a diretoria da época pensou em oferecer uma série de serviços que não existem em outros estádios brasileiros. Para se ter ideia, o torcedor vip poderá ficar em área exclusiva, com vaga de estacionamento no subsolo, e terá visão privilegiada do campo. No camarote, ele terá à disposição bebida e comida à vontade, que poderá ser servida por um garçom em sua poltrona confeccionada pela Ferrari. Para isso, basta fazer o pedido por celular.

O maior desafio agora é melhorar o acesso ao estádio. Rosenberg já tem um plano e gostaria de vê-lo em prática. 'O trem pode fazer do Memorial da América Latina até o estádio em 20 minutos, com duas ou três paradas. O meu modelo ideal seria alugar o estacionamento do Memorial de quarta-feira e colocar um sistema de vans até a estação de trem. O torcedor iria de trem, de preferência com vagões de primeira e segunda classe para poder cobrar valor diferenciado, e a estação ficaria aberta até a volta. Isso transformaria o estádio em um local praticamente tão acessível quanto o Pacaembu.'

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/esportes, corinthians-aposta-alto-na-venda-dos-naming-rights-do-estadio, 1164981,0.htm

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Anderson Bp #110 @mazzafiel em 11/05/2014 às 21:33

É questão não é vender, é alguém querer comprar. A Arena Palestra será o principal para shows de São Paulo, o Morumbi ficará em segundo plano. Por isso, a Arena Allianz teve o contrato fechado rápido.

Claudio #20 @migo.pr em 11/05/2014 às 21:21

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Até agora não consegui entender essa dificuldade.

Se o Palmares conseguiu vender o deles por R$ 300 milhões não tem cabimento não vendermos o nosso por 400.

Qtas vezes o nosso nome tem mais visibilidade que o deles? Chega até covardia comparar!

E ainda assim não conseguimos? Será que não tá fazendo falta a área de marketing que o Mário Dorme desmantelou?

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Claudio Rissi #20 @migo.pr em 11/05/2014 às 21:21

Até agora não consegui entender essa dificuldade.

Se o Palmares conseguiu vender o deles por R$ 300 milhões não tem cabimento não vendermos o nosso por 400.

Qtas vezes o nosso nome tem mais visibilidade que o deles? Chega até covardia comparar!

E ainda assim não conseguimos? Será que não tá fazendo falta a área de marketing que o Mário Dorme desmantelou?

Iuri B Candido #422 @iuri.candido em 11/05/2014 às 20:46

Rosemberg é visionário. Mesmo não sendo na minha condição (rs), se ele acredita nesse serviço e conseguir adesão, vai dar certo.

Fudêncio #1.250 @fudencio em 11/05/2014 às 20:42

Negociar por telefone, internet sério?

Iuri B Candido #422 @iuri.candido em 11/05/2014 às 20:41

Vira e mexe, me divirto fazendo essas contas. É bem por aí.

Edilson #2336 @edilsoncoringao em 11/05/2014 às 11:37

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Galera, para que não fiquem dúvidas, essa grana do naming rights é ótima e será importante para fechar as contas, mas se não ocorrer de imediato, não será o fim do mundo. Vamos comparar com a receita somente com a bilheteria: R$ 400 por 20 anos, estamos falando de R$ 20 milhões/ano. Só com bilheteria, numa conta grosseira teremos: ocupação média de 40 mil (com as provisórias aposto em 60 mil), preço médio de R$ 40,00 e 35 jogos/ano. Só com bilheteria teríamos R$ 56 milhões/ano, quase o triplo do nome do estádio. Além disso, ainda teremos receitas com lanchonetes, lojas, restaurantes, estacionamento, eventos, camarotes, nomes de outras áreas, patrocínios de fornecedores de bebidas etc, etc. Ou seja, pagaremos a arena tranqüilamente, com ou sem naming rights. Claro que é muito melhor com, pois é mais receita e mais um chute no saco dos antis!

Cesar Magalhães #15 @caesar1977 em 11/05/2014 às 20:26

Perfeito e quem pegou... A questão que a torcida é a que tem mais rico em números absolutos.

Ou seja em 30milhões tem muito rico...muito rico que pode sim pagar para ter ' O domingo dos sonhos'

Alan Lazari #2.224 @alanlzr em 11/05/2014 às 20:22

Galera, não adianta vender o naming rights do estádio pensando na copa pois a Fifa sempre se refere a nossa arena como arena São Paulo...

Cledeval Gonçalves Santos @cledeval.goncalves.s em 11/05/2014 às 20:04

TeXto com S e ainda fala em corrigir, vai lá se entender?

Vander Santos #4.084 @vanderley.alves em 11/05/2014 às 19:43

Eu sei que o testo é do estadão, mas para postar aqui você deveria corrigir

Vander Santos #4.084 @vanderley.alves em 11/05/2014 às 19:42

Anderson @mazzafiel Porque você tem difilculdade de falar Arena Corinthians. Será que você bambi? Ou você quer impor sutilmente o nome de estádio em vez de arena?

Seja sábio, todos sabemos que que a fiel quer que se refira ao nosso Palco de bola como Arena Corinthians!