Corinthians x Visão Celeste

Pela Copa São Paulo de Futebol Júnior, o Corinthians vai vencendo o Visão Celeste

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Baltazar, Ídolo do Corinthians

Atacante

Baltazar

Biografia

Vindo da baixada santista onde atuava de meia pelo Jabaquara, Baltazar chegou ao Corinthians em 1945. Nos 12 anos que atuou pelo time do Parque São Jorge anotou 266 gols (e 1 contra) sendo o segundo maior artilheiro da história centenária do Timão.

Baltazar, dizia ele mesmo, não era tão bom com a bola nos pés, mas pelo alto, de cabeça, era melhor que Pelé.

Anos depois da carreira encerrada, Baltazar Cabecinha de Ouro chegou a admitir que alguns dos seus mais de 70 gols de cabeça foram na realidade com a mão.

Oswaldo Silva, o nosso Baltazar, foi homenageado por Alfredo Borba numa marchinha carnavalesca chamada “Gol de Baltazar” que dizia assim: “Gol de Baltazar / Gol de Baltazar / Salta o Cabecinha, 1x0 no placar”. O apelido Baltazar é graças a semelhança física com um irmão mais velho, com esse nome.

Chegou ainda a ganhar um carro após um concurso pra saber qual era o jogador mais popular. O carro, por problemas elétricos, pegou fogo e prontamente a torcida o presenteou com um novo automóvel. Outro fato curioso é que em um discurso político, Hugo Borghi então candidato ao governo, disse que o Estado precisava de alguém de cabeça. A massa prontamente respondeu gritando “Baltazar! Baltazar!”.

Atuando pelo Corinthians e após ser artilheiro do torneio Rio-São Paulo de 1950 com 9 gols, Baltazar foi convocado para a Copa do Mundo. Ainda participou das eliminatórias e da copa de 1954, na Suécia.

Anos depois de sua aposentadoria Baltazar foi homenageado no Parque São Jorge com um busto.

Relembre de outros ídolos que jogaram no Corinthians

O que você mais lembra do Baltazar no Corinthians?

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