Sheik falta a depoimento sobre compra de carro importado

Sheik falta a depoimento sobre compra de carro importado

Por Meu Timão

Emerson pode depor na quinta-feira

Emerson pode depor na quinta-feira

Foto: Tom Dib

O atacante Emerson, do Corinthians, não compareceu nesta segunda-feira à Procuradoria da República do Rio de Janeiro (PRRJ) para depor sobre a compra de um carro importado contrabandeado.

O Sheik era esperado para se explicar sobre a aquisição de um veículo que entrou ilegalmente no Brasil, onde é proibida a importação de automóveis usados.

Quem esteve na Procuradoria, com justificativas, foi seu advogado. Ricardo Cerqueira alegou que as duas intimações feitas por Antônio do Passo Cabral, procurador da República, foram encaminhadas erroneamente para o endereço do jogador no Rio. Atualmente, ele mora em Barueri, na Grande São Paulo. Com isto, só soube que teria de depor pelas informações veiculadas pelo LANCENET! no último sábado.

Cerqueira combinou que Emerson irá ao local na quinta-feira.

A defesa explica que não é mais do atleta o Camaro que foi apreendido durante a Operação Black Ops, comandada pela Polícia Federal, Secretaria da Receita Federal e a Procuradoria da República, em outubro.

Afirma que a compra foi realizada em uma revendedora autorizada e que Sheik não sabia que se tratava de um carro usado. O veículo já foi repassado para outra revendedora.

Ele garante que o atacante jamais fez negócio com a revendedora Euro Imported Cars Veículos Ltda., localizada na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio. A loja é de propriedade de Haylton Carlos Gomes Scafura, que foi preso após as investigações e que é filho do bicheiro José Carlos Scafura, conhecido como Piruinha.

Foi desta revendedora que saiu a maioria dos carros apreendidos pela Polícia Federal e Receita Federal.

Segundo as buscas, os automóveis tinham Miami (EUA) como origem na maioria das vezes e chegavam ao país com documentação falsa, atestando que eram novos.

No próximo dia 30, Emerson terá de comparecer à 1ª Vara Criminal de Barueri para saber da pena a que será submetido por conta da condenação por falsidade ideológica, em 2007. Em 1996, sua mãe obteve uma nova certidão de nascimento falsa. Com a manobra, alterou-se o nome de Márcio Passos Albuquerque para Márcio Emerson Passos e ele diminuiu a idade em três anos.

Diguinho também não comparece

Outro investigado na operação Black Ops, Diguinho, do Fluminense, também não compareceu à  Procuradoria da República do Rio de Janeiro (PRRJ).
O advogado Itamar Gomes justificou a ausência por causa do jogo de domingo, contra o Figueirense, em Florianópolis (SC). Assim como aconteceu com Emerson, ficou acertado que Diguinho se explicará na quinta-feira.

A defesa deles será parecida, com pequenas nuances de diferença. Diguinho, segundo Gomes, alegará que comprou o BMW sem saber que se tratava de um automóvel usado, cuja importação é proibida por lei. Ele garante que a documentação está toda em ordem e que, por isto, já entrou na Justiça Federal com o pedido de restituição do carro. Embora protocolado no dia 3 de novembro, o processo não teve a conclusão rápida como ele esperava inicialmente.

O juiz do caso, Gustavo Pontes Mazzocchi, da 3 Vara Federal está cobrando do jogador a apresentação de documentos como certificado de registro do veículo, certificado de compra e seguro, entre outros.

Fonte: Lancenet

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