Ex-capitães aprovam a 'Democracia Titeana'

Ex-capitães aprovam a 'Democracia Titeana'

Você sabe quem será o capitão corintiano no próximo jogo? Ou melhor: quem, ao menos em tese, será o responsável por dar ânimo aos companheiros em campo, quando o time vive um momento complicado? Pois esta figura simplesmente não existe na ‘Democracia Titeana’, posta à prova durante a apática e desorganizada atuação na partida que culminou com a eliminação para a Ponte Preta, nas quartas do Paulistão. Quem duvida que não dá resultado a liderança coletiva, o rodízio de capitães apregoado pelo técnico, se engana.

Ao MARCA BRASIL, ex-capitães corintianos do passado, marcados pela veemência e representatividade para motivar o grupo, garantem que a receita atual do treinador alvinegro traz uma divisão correta de responsabilidades. Confiam ainda que, após o exemplo negativo de domingo passado, se o Timão precisar de uma alavanca de garra e raça contra o Emelec-EQU, pelas oitavas de final da Libertadores, o grupo saberá muito bem o que fazer durante jogo. E não apenas um único jogador e sua braçadeira de capitão.

'Após a derrota para a Ponte, ficou no ar que falta um líder em campo, ou algo assim. Muitos criticaram que o time não tem um cara que chama a responsabilidade. Mas não vejo assim. Vejo que essa falta foi uma coisa atípica', opinou o ex-lateral Wladimir, capitão alvinegro no bi paulista de 1982 e 1983, na época de Sócrates e Casagrande, líderes da Democracia Corintiana.

Marcante dono da tarja de líder na conquista do primeiro Brasileiro do clube, em 1990, Neto enaltece a presença de muitos líderes no elenco, mas pede que os jogadores se cobrem mais, sobretudo para que os erros contra a Ponte não se repitam na Libertadores.

'Acho que a liderança coletiva que já existe é suficiente. Esse tumulto todo acontecer e ter a liderança do grupo questionada por um único jogo, um único tempo, para falar a verdade, não é correto. E consigo ver essa postura em caras como o Ralf, Emerson e Paulinho, por exemplo', garantiu o ex-meia.

O ex-goleiro Ronaldo Giovanelli, assina embaixo. 'Na Libertadores, é preciso ter alguém para segurar a bucha nos jogos complicados. Mas o grupo tem isso. Estou tranquilo', concluiu.

Fonte: Marca Brasil

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