Alex ressalta importância de fazer gol no Emelec no Equador

Alex ressalta importância de fazer gol no Emelec no Equador

Dia 18 de setembro de 2011. O Corinthians perde para o Santos por 3 a 1. Uma semana antes, a equipe havia perdido para o Fluminense por 1 a 0. Desde aquela época, os comandados de Tite não sabem o que é perder duas partidas consecutivas. São 42 jogos com o tabu positivo, que o elenco espera manter vivo diante do Emelec-EQU, na quarta-feira. Faz tanto tempo que o tropeço duplo não acontece que o meia Alex, questionado pelo MARCA BRASIL, não conseguiu lembrar a data de cabeça.

'Não lembro direito. Acho que foi no Brasileirão, agora quando não lembro (risos)', comentou o camisa 12, que entrou bem diante da Ponte Preta e sonha em reconquistar a posição de titular após lesão.

A recuperação de imediato após as derrotas foi fundamental para o Corinthians se manter vivo na briga pelo título brasileiro e conquistá-lo. Prova disso foram as vitórias na sequência dos tropeços diante do América-MG, fora, e Botafogo, no Pacaembu. Eliminado do Paulistão contra a Ponte Preta, Alex espera que o grupo tenha esse poder de reação novamente. Uma espécie de aprendizado após derrotas.

'Saber perder é difícil de definir. Se você encara a derrota e reage logo em seguida, isso pode ser saber perder? Vamos ter dez dias para treinar e chegar melhor para o próximo jogo. Se a partida fosse já na sequência, ontem (quarta), talvez fosse pior', analisou.

Mesmo assim, Alex sabe que uma derrota no Equador não será uma tragédia completa. Existem placares que podem ser facilmente revertidos no Pacaembu. Por isso, o Corinthians embarca com um objetivo principal: fazer gols como visitante.

'Tem os dois lados (o tabu), porque uma derrota com gols dependendo do placar pode não ser tão ruim. O bom mesmo seria a gente continuar com essa marca ou empatar com gols. O importante é não tomar gols também', ressaltou o meia corintiano.

Outro aspecto positivo para a reação imediata da equipe é o apoio da torcida. Mesmo com a desclassificação surpreendente, a Fiel não pressionou o grupo. O clima no CT Joaquim Grava é o mesmo, exceto para o goleiro Júlio César. Alex, por sua vez, sente uma atmosfera positiva.

'Não encontrei um clima ruim. Não que me surpreendeu, porque o torcedor corintiano a gente conhece e apoia muito. Só encontrei apoio, atmosfera muito positiva', ressaltou o meia, que viu o tropeço como um alerta positivo para não diminuir o ritmo. 'A sacudida é boa.'


Reportagem de André Pires e Felipe Piccoli

Fonte: Marca Brasil

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