Por força na Conmebol, Corinthians procura desafeto de Andrés e ouve discurso otimista

Por força na Conmebol, Corinthians procura desafeto de Andrés e ouve discurso otimista

No dia em que recorreu à decisão da Conmebol que obrigou o Corinthians a jogar com portões fechados na Libertadores, o presidente do clube, Mario Gobbi, esteve reunido com o mandatário da FPF (Federação Paulista de Futebol), Marco Polo Del Nero, na sede da entidade. Na última sexta-feira, o corintiano foi pedir apoio ao cartola, desafeto do ex-presidente do clube Andrés Sanchez. De Del Nero, Gobbi ouviu um discurso otimista, de que o dirigente acredita na estratégia adotada pelo departamento jurídico do clube para reverter a pena preventiva divulgada pelo Tribunal Disciplinar da entidade sul-americana.

A medida cautelar da Conmebol foi tomada por conta da morte de Kevin Douglas Beltrán Espada, 14, no estádio em Oruro onde o Corinthians enfrentava o San José na última quarta-feira. O jovem foi atingido na cabeça por um sinalizador de navio disparado por um torcedor do clube paulista.

“O Corinthians está bem servido de advogados. Fez um recurso muito bem sustentado. Esperamos que, com ele, a punição preventiva será revogada”, afirmou Del Nero. Além de presidente da Federação Paulista e vice da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), o dirigente é, desde 2007, membro do Comitê Executivo da Conmebol. Ele também é o representante da entidade sul-americana no Comitê Executivo da Fifa.

Del Nero descarta, entretanto, que possa interferir na decisão do Tribunal Disciplinar da Conmebol. “É um órgão independente, mas acredito que a decisão seja boa para o Corinthians”, explicou.

Ao receber e tentar interceder em favor do Corinthians, Del Nero tenta ganhar espaço num clube onde encontra resistência. O ex-presidente Andrés Sanchez, que está à frente do estádio de Itaquera, por exemplo, goza de prestígio com a atual direção e é desafeto do presidente da Federação Paulista de Futebol.

Sanchez deixou a CBF, onde era diretor de seleções, em novembro de 2012, rompido com Del Nero. O corintiano afirmou que não foi ouvido sobre a contratação de Luiz Felipe Scolari como novo comandante da seleção, após a demissão de Mano Manezes.

Fonte: Uol

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