Jornalistas relatam conquista do Corinthians no Mundial da Fifa em novo livro

Jornalistas relatam conquista do Corinthians no Mundial da Fifa em novo livro

“Em um dos poucos espaços livres na parede do meu escritório está pendurado o cachecol [que traz o bordão “Vai Corinthians” e o escudo do clube] que virou a marca dos torcedores que foram ao Mundial do Japão. O cachecol é quase um troféu”, afirmou o jornalista e integrante do “Loucos por Futebol”, da ESPN, Celso Unzelte.

Crédito:Dante Grecco Neto

Jornalista se uniram para contar história de título corintiano

“Ainda hoje, quando eu fecho os olhos, ainda me vejo no estádio naquela noite fria, cantando com a torcida”, é como o jornalista Dante Grecco Neto tenta descrever a sensação de ter visto o Corinthians campeão do Mundial de Clubes da FIFA de 2012.

Os relatos de Dante e de Celso sobre o Mundial do Japão estão registrados junto com os relatos de Antonio Marcos Abrahão Junior, atuante do setor financeiro, André Luiz Pereira da Silva, jornalista e designer, no livro “Vai Corinthians! (Que Nós Vamos Atrás...)”. A obra traz os relatos do quarteto sobre a viagem ao Japão, as experiências em solo oriental e a emoção de ver o time que amam se consagrar campeão do mundo.

A ideia do livro só surgiu depois que eles já tinham voltado para o Brasil. Durante uma conversa, em uma pizzaria, Celso sugeriu que escrevessem o livro.

“Eu já tinha o projeto de escrever um livro sobre os 20 jogos eternos de cada clube, e tinha combinado de escrever os 20 jogos eternos do Corinthians. Mas, obviamente, a final contra o Chelsea só ia entrar se vencêssemos. Mas depois, a editora falou para eu deixar esse livro dos 20 jogos para depois e escrever um livro de relato sobre as minhas experiências no Japão. Eu considerei que só o meu relato não daria um livro, por isso sugeri que fizesse um livro com o meu relato e de mais três torcedores”, disse Unzelte.

O jornalista é amigo de longa data de Dante e André, mas Antonio só conheceram durante a viagem. Apesar da insegurança dele por não trabalhar com texto, aceitou o desafio de participar do livro. E, para a surpresa dos outros, mostrou ter um bom texto e ainda deu uma colaboração importante com fotos de qualidade para o livro.

Sobre a obra ser interessante só para torcedores corintianos ou para qualquer apaixonado por futebol, Silva acredita que o livro “foca no corintiano, mas os torcedores de outros times podem ter ideia da festa e celebração que foi”. E acrescenta dizendo que “essa experiência todo torcedor tem de passar um dia”. Já Unzelte defende que “é um livro agradável para todo apreciador de futebol”.

O jornalismo foi um pouco deixado de lado no livro. Apesar de trazer relatos de quatro torcedores apaixonados pelo seu time, tudo que está na obra é verdade, então não passam de fatos. Segundo Grecco Neto, “os relatos são emotivos, divertidos, surpreendentes. Procuramos colocar no papel o que sentimos, o que vimos e o que vivenciamos. É jornalista puro, pois não há nada inventado. E, creio, também emociona. Uma história se torna melhor ainda quando emociona”.

“É a história vivida ‘in loco’

Para eles, conhecer o Oriente não foi tão intimidador. Grecco Neto acha que, como estavam “em bando”, foi tranquilo, mas sozinho teria sido diferente. Silva diz que foi “uma grande experiência”. Já Unzelte, calejado por já ter ido ao Japão para cobrir o Mundial de 92, comemorou a chance de ter ido dessa vez a lazer e ter tido a oportunidade de conhecer mais o Japão, apesar de ter trabalhado na cobertura do segundo jogo com campeonato.

Crédito:Divulgação

Lançamento acontece na próxima semana
Todos ressaltam a educação do povo japonês e como foi impressionante o “domínio” que os torcedores corintianos exerceram no país. Em todo lugar, ouvia-se o grito “vai corinthians!”. Eles relembram como foi interessante encontrar outros torcedores na torre Tóquio, a 250 metros do chão. Silva descreve a situação como “um bando de loucos falando de futebol num cenário deslumbrante”.

Celso descreve a sua lembrança mais marcante. Eles tinham como ponto de encontro a árvore de Natal do saguão do hotel. Apesar de o gerente sempre pedir para que não deixassem muitas pessoas amontoadas no saguão, no dia da final foi impossível. Assim, os alvinegros tomara o saguão do hotel enquanto cantavam a música “Teremos que ganhar”, tema da conquista da Libertadores e do momento do gol da final do Mundial.

O jornalista da ESPN ainda afirma que daqui a cem anos eu vai se lembrar desse momento. "Me lembrar da gente cantando, sentindo o bom momento do time, quando saiu o gol do Guerrero”. E acrescenta, “sem dúvidas, esse é o título mais importante da história do clube. É diferente do que ganhar o estado, o país, a América, ganhamos o mundo”.

Grecco Neto afirma que “ganhar do campeão europeu não é pra qualquer um” e diz que o time jogou muito bem. Ele ainda diz que “essa vitória

Fonte: Portal Imprensa Uol

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