Corintianos são orientados a deixar a Bolívia e chegam ao Brasil neste domingo

Corintianos são orientados a deixar a Bolívia e chegam ao Brasil neste domingo

Corintianos são orientados a deixar a Bolívia e chegam ao Brasil neste domingo

Corintianos são orientados a deixar a Bolívia e chegam ao Brasil neste domingo

Mauricio Duarte
Do UOL, em São Paulo

Os sete corintianos que foram libertados em Oruro, na Bolívia, chegam ao Brasil no final da tarde deste domingo, no aeroporto internacional de Guarulhos, em São Paulo. O UOL Esporte apurou que a embaixada brasileira daquele país convenceu todos a retornarem para que não complicassem a situação dos cinco torcedores que permanecem detidos na penitenciária San Pedro, na cidade boliviana.

Após a liberação, alguns torcedores manifestaram o desejo de permanecer em solo estrangeiro em sinal de solidariedade aos companheiros ainda presos. No entanto, os diplomatas brasileiros consideram isso uma temeridade. Na visão das autoridades nacionais, a melhor coisa a fazer é sair da Bolívia o quanto antes. Tanto para que o caso não sofra uma reviravolta negativa aos que já estão livres quanto para não intensificar a pressão sobre os ainda detidos. O ato de ficar poderia ser visto como uma afronta ao poder público boliviano, na visão dos brasileiros.

A decisão de liberar parcialmente os torcedores corintianos na Bolívia não foi explicada pela Justiça boliviana. No entanto, foram anexados ao processo dos sete libertados provas de que eles não estavam na arquibancada no momento do disparo do sinalizador.

O líder do grupo, Tadeu Andrade, por exemplo, não estaria dentro do estádio, conforme reconstituição e material documentado pelas autoridades bolivianas. Dos sete libertados, cinco estariam na área externa do estádio, outro no banheiro e outro na lanchonete quando o sinalizador vitimou Kevin.

Os corintianos foram soltos nesta quinta-feira, após quatro meses presos no país acusados de envolvimento na morte do garoto boliviano Kevin Espada. Um grupo de 12 brasileiros respondiam a processo pela morte do boliviano, causada por um sinalizador durante jogo entre Corinthians e San Jose, pela Libertadores, em 20 de fevereiro.

Depois do ocorrido, um adolescente de 17 anos, também integrante da Gaviões da Fiel, assumiu seu o autor do disparo. No entanto, ele só se apresentou para a polícia após retornar ao Brasil.

Até o momento, tanto o Corinthians quanto a Gaviões da Fiel ainda não planejaram nenhuma recepção especial aos torcedores no aeroporto. Tanto clube quanto organizada pretendem não fazem muito estardalhaço em relação ao fato, justamente em respeito aos que permanecem presos na Bolívia.

Fonte: Terceiro Tempo

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