ESPECIAL: "Renegados" comandam artilharias pelo Brasil. Confira!

ESPECIAL: "Renegados" comandam artilharias pelo Brasil. Confira!

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ESPECIAL: "Renegados" comandam artilharias pelo Brasil. Confira!

Esqueça Alexandre Pato, Luis Fabiano, Fórlan, Fred e tantos outros atacantes de peso. O futebol brasileiro tem uma nova ordem, ou melhor, a artilharia do futebol brasileiro tem uma nova ordem: os refugos. Jogadores pouco balados, discretos ou até mesmo desconhecidos do grande público comandam as tábuas de artilharia das principais divisões do Campeonato Brasileiro e fazem os goleiros e zagueiros terem pesadelos a cada rodada.

Gol não é sinônimo de experiência, que o diga Éderson, artilheiro do Brasileirão. Com 24 anos e passagens por Ceará e ABC, o atacante retornou ao Atlético-PR depois de um primeiro semestre apagado no Campeonato Cearense e se tornou o atacante mais temido do Campeonato Brasileiro. Ele marcou nada menos que 15 gols. São 19, somando com a Copa do Brasil.

Seus gols e boas atuações renderam apelidos como Édershow, Édergol e Pelérdeson. Nada mal para um jovem de Pentecoste, cidade de 35 mil habitantes, no interior do Ceará. Não bastasse o sucesso inesperado de Éderson, outros dois artilheiros 'obscuros' também lutam pela artilharia: William e Gilberto.

O veterano da Ponte Preta começou a carreira do Santos, mas depois de passagens pela Coreia do Sul, Coritiba e Fortaleza ganhou a fama de goleador. Ele foi um dos destaques do acesso do time catarinenses e marcou 49 gols com a camisa do clube. Passou por Grêmio, Atlético-PR e Vitória antes de voltar para a Ponte e se reencontrar.

Neste ano foi artilheiro do Paulistão com 13 gols e luta pela artilharia da temporada ao lado do veterano Magno Alves. Gilberto, por outro lado, tem carreira mais curta. Revelado pelo Santa Cruz e transferido ao Inter, Gilberto vem chamando atenção na arrancada da Lusa, tanto é que se tornou vice-artilheiro ao lado de William com onze gols.

Os quatro atacantes citados logo no começo da matéria, juntos, têm 18 gols marcados, apenas três a mais que Éderson. Todos estão sendo questionados por suas respectivas torcidas e, dificilmente, terão fôlego para concorrer pela tábua de artilheiros

Ídolos na Série B!
Na Série B do Campeonato Brasileiro, o panorama não é diferente. Veteranos como Iarley, Fábio Júnior, Rivaldo, entre outros sequer passam perto da artilharia. Quem manda é Bruno Rangel. Pouco conhecido no eixo Rio-São Paulo, mas com boas passagens pelo futebol do Norte, o atacante comanda a campanha da Chapecoense.

Ele é o artilheiro disparado da competição com 22 gols e ajudou o time catarinense a chegar à vice-liderança. Nove gols atrás está Lima, outro jogador que passa despercebido do mainstream do futebol. Ídolo máximo da torcida do JEC, ele é o maior artilheiro da história do clube com 132 gols. A fraca atuação dos homens-gol do Brasileirão fizeram com que a dupla fosse bastante assediada por clubes da elite do Brasileirão.

Por outro lado...
Nas divisões inferiores do Campeonato Brasileiro, o cenário é invertido. Com pouco jogadores badalados, os mais experientes tendem a dominar as artilharias. Na Série C, a liderança é de Assisinho. Com passagens por Guarani, Icasa e Oeste, o atacante se encontrou no Fortaleza e balançou as redes 12 vezes.

Veteranos como Denílson e Frontini também se destacam em seus times. Na quarta e última divisão o principal destaque é Ademilson. Com 38 anos e dez gols nas costas, ele foi um dos responsáveis por colocar o Tupi próximo do acesso. Foi dele, inclusive, o 'gol roubado' pelo massagista Esquerdinha no duelo contra a Aparecidense-GO. O veterano tem passagens por Paysandu, Fluminense, Botafogo e uma dezenas de clubes pelo Brasil.

Fonte: Futebol Interior

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