Morais: curto-benefício para o Corinthians

De 389 dias no Timão, Morais ficou fora em 211. Valerá a pena pagar R$ 3 milhões?
Morais não conseguiu dar sequência no Parque São Jorge devido às muitas lesões e suspensão

Morais não conseguiu dar sequência no Parque São Jorge devido às muitas lesões e suspensão

Foto: Tom Dib

Custo-benefício no futebol é a relação do valor que é gasto com um jogador e o retorno que ele dá ao clube. No caso de Morais e o Corinthians, a palavra muda um pouco. Trata-se de um “curto-benefício”.

Até agora, o esforço financeiro da diretoria pela manutenção do jogador não foi nada recíproco. Desde sua apresentação, no dia 14 de agosto de 2008, foram 389 dias no Parque São Jorge. Desse total, ficou fora de combate em 211. Ou seja, Mano Menezes não pôde contar com o meia em 54,24% do tempo.

Nesse momento, o jogador se recupera de uma artroscopia no joelho direito, realizada na última quarta-feira. De acordo com os médicos, a recuperação será de até oito semanas. Sendo assim, o jogador só deverá voltar aos gramados em novembro, na reta final do Campeonato Brasileiro. Serão mais dois meses sem poder ajudar a equipe.

– Morais teve dificuldade (em 2009. Contra o Barueri, terminou o jogo com dores no joelho que foi a mesma coisa que já o havia afastado de cinco, seis jogos lá atrás. Quando ele começa a entrar na série que todo jogador precisa, tem um problema – lamenta Mano.


A briga com Marquinhos, do Avaí, na penúltima rodada da Série B, que resultou numa suspensão de 77 dias imposta pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva, e as seguidas contusões foram as principais vilãs da sua baixa produtividade com a camisa do Timão. Isso sem falar no término do contrato, no fim de junho, que o tirou dos gramados por algumas semanas.

A reportagem do LNET! tentou ouvir Morais sobre essa falta de produtividade, mas seu celular permaneceu desligado nos últimos dois dias.

Em tempo: Morais foi contratado do Vasco por Carlos Leite, por R$ 3 milhões e, posteriormente, cedido por empréstimo ao Corinthians. O Timão tem até abril de 2010 para adquiri-lo pelo mesmo valor junto ao empresário. Se exercer a prioridade, fica com 85% dos direitos econômicos (15% permanecem com Leite). Caso contrário, o meia vai passar a ser 100% do empresário.

Vai valer a pena, Andrés?

Fonte: Lancenet

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