Bruno Henrique mostra a Mano que pode fazer Corinthians jogar diferente

Bruno Henrique mostra a Mano que pode fazer Corinthians jogar diferente

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Bruno Henrique mostra a Mano que pode fazer Corinthians jogar diferente

Bruno Henrique mostra a Mano que pode fazer Corinthians jogar diferente

O volante Bruno Henrique, contratado pelo Corinthians no início deste ano após bom desempenho pela Portuguesa em 2013, mostra agora ao técnico Mano Menezes que pode ser o diferencial que o Corinthians precisa para adotar outra postura tática em campo e fugir do esquema com três volantes, que dá sustentação a Jadson e à dupla de ataque. A segurança do jogador de 24 anos faz com que o time possa jogar com apenas dois volantes, ganhando mais uma alternativa ofensiva.

O Corinthians atuou na maior parte das vezes em 2014 num 4-4-2, com a trinca de volantes que tem Ralf como o mais defensivo e Guilherme e Bruno Henrique mais à frente, um ao lado do outro. O teste contra o Nacional teve Bruno Henrique ao lado de Ralf, e Petros e Jadson à frente. E Mano Menezes parece ter gostado.

'Se abre nessas condições você poder ver situações como essa. Bruno sozinho como segundo volante. Já tinha jogado ao lado de Guilherme e Ralf e agora mais sozinho', falou o técnico, logo após a vitória.

A alternativa de Bruno Henrique sozinho como segundo volante pode até representar a saída de Guilherme, que desde o fim do ano passado despontava como um dos melhores jogadores do time mesmo na crise, mas serve para fazer do Corinthians um time mais direto e perigoso.

Contra o Nacional, Bruno Henrique deu 43 passes certos e não errou nenhum segundo apontam os números do Footstats. O mapa de calor do atleta também mostra por que deu certo atuando sozinho como segundo volante. O jogador se movimentou por todo o campo, de uma área à outra, e não ficou preso a um dos lados do campo. A mesma análise de como jogou Guilherme contra o Flamengo, por exemplo, demonstra a diferença. O concorrente se limitou rigorosamente ao setor direito da faixa de meio de campo, sem a dinâmica do jogador colocado para ser o companheiro de Ralf.

Além de não ter apresentado tanta eficiência nos passes quanto Bruno Henrique, Guilherme também desarmou menos no comparativo das duas partidas. Apenas duas bolas roubadas dos pés adversários, contra cinco do titular contra o Nacional.

Fonte: Terceiro Tempo

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