Corinthians prepara defesa de Petros por lance inusitado com árbitro

Corinthians prepara defesa de Petros por lance inusitado com árbitro

Por Meu Timão

Defesa tentará tirar acusação de agressão atribuída a Petros

Defesa tentará tirar acusação de agressão atribuída a Petros

Foto: Reprodução

O departamento jurídico do Corinthians possui convicção que Petros não tentou agredir o árbitro Raphael Claus. A partir desse argumento, os advogados do timão começaram a preparar a defesa do jogador que pode pegar até seis meses de suspensão, caso seja denunciado por agressão.

Até Neymar será citado, por causa do lance em que levou uma joelhada do colombiano Zuñiga e sofreu uma fratura na vértebra. O julgamento não tem data marcada para ocorrer. O Corinthians se baseia no fato de que o colombiano não foi punido durante as quartas de final e, dias depois, por não ter nada relatado na súmula, a Fifa descartou qualquer punição.

- É interessante citar que quando o Neymar levou a joelhada nas costas, o árbitro não mudou seu entendimento depois. E aquilo sim foi uma agressão. Não houve retificação de súmula, nem julgamento pela Fifa. Deve-se seguir esse padrão. Vamos citar na defesa - explicou João Zanforlin, advogado do Corinthians.

A estratégia do advogado é falar sobre a mudança de Claus na súmula da partida, que foi vista como benéfica a Petros. Na manhã desta terça-feira, a CBF publicou o adendo de Claus. Um trecho diz que Petros 'corre em minha direção e atinge minhas costas com seu braço esquerdo de maneira intencional'.

- Acho que isso contamina a própria verdade dele. No momento do jogo, ele acha que foi trombada. Agora acha que foi agressão? Vamos juntar todas as provas possíveis, exposições de comentaristas, depoimentos.. - acrescentou o advogado.

Partindo desse princípio os advogados querem desqualificar a agressão e encaixar a situação no artigo 250, 'praticar ato desleal ou hostil', que tem suspensão máxima de três partidas.

- Estamos convencidos de que não foi uma agressão. Se fosse, ele iria com a mão fechada, agrediria o árbitro. É o braço dele que tenta se afastar do árbitro, que estava no meio da jogada. Não houve dolo (intenção) - finalizou João Zanforlin.

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