Ex-presidente do Corinthians é inocentado de acusação de sonegação fiscal

Ex-presidente do Corinthians é inocentado de acusação de sonegação fiscal

Por Meu Timão

Andres foi inocentado

Andres foi inocentado

Foto: Daniel Augusto Jr/Ag. Corinthians

O ex-presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, foi inocentado pela Justiça Federal de ter praticado crimes fiscais enquanto era o mandatário do clube. E a informação vem do jornal Folha de S. Paulo.

Além de Andrés, outros três dirigentes corintianos eram réus no processo: Roberto de Andrade (ex-vice), André Luiz de Oliveira (ex-diretor administrativo) e Raul Corrêa da Silva (diretor financeiro ainda no cargo).

Os acusados foram inocentados porque o clube pagou no mês passado R$ 15 milhões à Receita Federal, valor que diz respeito a impostos sobre pagamentos de prestações de serviço, de funcionários contratados, de terceirizados e de empresas.

- Comprovado o pagamento integral dos débitos oriundos de sonegação fiscal, ainda que efetuado posteriormente ao recebimento da denúncia, mas anterior ao trânsito em julgado da sentença condenatória, extingue-se a punibilidade, independentemente de ter se iniciado a execução penal - diz a sentença, assinada pelo juiz Alessandro Diaferia.

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    Welber 2720 comentários

    por @pra.cima.timao

    Na verdade, trata-se de uma notícia escrita por alguém que não conhece nada do assunto tributário. O pagamento de débito fiscal onde a Empresa retém o tributo e não repassa para o Poder Publico agente de direito do Crédito Tributário, configura delito de apropriação indébita. Como no caso o Corinthians é uma pessoa jurídica (empresa), seus dirigentes é que figuram no polo passivo da Ação Criminal correlata, que tem sua extinção determinada, quando do Recolhimento do tributo aos cofres Públicos, independentemente de ter o Responsável pela Empresa, agido com dolo ou culpa, na retenção do Tributo. Só que se o Corinthians não repassou esse tributo, se favoreceu do dinheiro gastando-o com outras despesas, o que não torna o Presidente do Clube um criminoso ao contrário do que a imprensa tentou fazer crer, pois esse tipo situação é vivida constantemente por Empresários brasileiros onde o desequilíbrio tributário inviabiliza o funcionamento de parcela considerável de empresas do País.

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    35º. por @timaoloco

    O engraçado é só o Corinthians que paga isso, é dirigente que tá sendo processado, e os outros clube que devem até a alma e não paga nada? O que acontece?

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    34º. por @phabao

    Hum.

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    Ivan 241 comentários

    33º. por @ivan.ferrari.martini

    Falou tudo! Até porque isso é praxe em empresas em recuperação financeira! Infelizmente isso acontece todo tempo!

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    welber 2720 comentários

    10/10/2014 às 14h53 por @pra.cima.timao

    Na verdade, trata-se de uma notícia escrita por alguém que não conhece nada do assunto tributário. O pagamento de débito fiscal onde a Empresa retém o tributo e não repassa para o Poder Publico agente de direito do Crédito Tributário, configura delito de apropriação indébita. Como no caso o Corinthians é uma pessoa jurídica (empresa), seus dirigentes é que figuram no polo passivo da Ação Criminal correlata, que tem sua extinção determinada, quando do Recolhimento do tributo aos cofres Públicos, independentemente de ter o Responsável pela Empresa, agido com dolo ou culpa, na retenção do Tributo. Só que se o Corinthians não repassou esse tributo, se favoreceu do dinheiro gastando-o com outras despesas, o que não torna o Presidente do Clube um criminoso ao contrário do que a imprensa tentou fazer crer, pois esse tipo situação é vivida constantemente por Empresários brasileiros onde o desequilíbrio tributário inviabiliza o funcionamento de parcela considerável de empresas do País.

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    Cláudio 20097 comentários

    32º. por @claudioalves

    Sobre este assunto, não sei opinar!

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    31º. por @aadeildo

    Esta é a resposta a todos os abutres que torciam ao contrário.

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    Hamilton 658 comentários

    30º. por @timaohamilton

    Gostaria de saber por que essa imprensa (ESPN, uol, lance e outros lixos) não investigam o roubo dos jogos pan americanos, o roubo na arena de Brasília, no Maracanã e tantos outros?
    Por que só a Arena Corinthians chamada preconceituosamente de itacqueiraum por essa imprensa podre é investigada?

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    Gilberto 617 comentários

    29º. por @gilberto.campos

    Não só o desequilibrio orçamentário, principalmente a evasão de divisas para fora do país e a sonegação que reina absoluta nesse país impunimente.

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    Vagner 20231 comentários

    28º. por @vagner.silva13

    Depois de uma notícia dessa vão ter que engolir Andrés

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    Nilson 2602 comentários

    27º. por @nilsonjp

    Povo confunde as coisas e não se ligam nos fatos, não foi apropriação indebita, se caracteriza apropriação indebita se o dinheiro for usado para benefício próprio o que não foi o caso!

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    Galinho 17692 comentários

    26º. por @galinho.paulista

    Welber... Tá contratado! Segunda feira vamos mandar aquele incompetente do Zanforlin e sua corja para o olho a RUA!

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    welber 2720 comentários

    10/10/2014 às 14h53 por @pra.cima.timao

    Na verdade, trata-se de uma notícia escrita por alguém que não conhece nada do assunto tributário. O pagamento de débito fiscal onde a Empresa retém o tributo e não repassa para o Poder Publico agente de direito do Crédito Tributário, configura delito de apropriação indébita. Como no caso o Corinthians é uma pessoa jurídica (empresa), seus dirigentes é que figuram no polo passivo da Ação Criminal correlata, que tem sua extinção determinada, quando do Recolhimento do tributo aos cofres Públicos, independentemente de ter o Responsável pela Empresa, agido com dolo ou culpa, na retenção do Tributo. Só que se o Corinthians não repassou esse tributo, se favoreceu do dinheiro gastando-o com outras despesas, o que não torna o Presidente do Clube um criminoso ao contrário do que a imprensa tentou fazer crer, pois esse tipo situação é vivida constantemente por Empresários brasileiros onde o desequilíbrio tributário inviabiliza o funcionamento de parcela considerável de empresas do País.