Gastos do Coringão fazem com que R$ 14 milhões de receita da bilheteria sejam desperdiçados

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Por Meu Timão

Gastos com a Arena são imensos, mas a receita líquida vem aumentando

Gastos com a Arena são imensos, mas a receita líquida vem aumentando

Daniel Augusto Jr/Ag. Corinthians

O Coringão já jogou 28 vezes esse ano como mandante. Nesses jogos, a arrecadação bruta foi nada menos do que R$ 37.733.420 com ingressos. Desse total, no entanto, apenas R$ 23.759.297 foram parar nos cofres do clube.

Para explicar esse déficit de 14 milhões, o repórter Rodrigo Vessoni, do portal Lancenet, estudou detalhadamente as receitas do Coringão em 2014.

O grande problema dessa temporada são os elevados gastos. A administração da Arena nos dias de jogo vem consumindo uma boa parte da bilheteria. E as principais fontes de despesa nesse caso são: Federação Paulista de Futebol, que fica com 5% da renda bruta; o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), que fica com outros 5%; o policiamento; controle de ingressos e acesso; além de despesas diversas como seguro para os torcedores e para a arbitragem, antidoping, fiscais e orientadores, entre outros.

Para se ter uma ideia, no último jogo contra o Santos, o Timão gastou R$ 110 mil reais só com o policiamento e quase R$ 90 mil reais com o sistema de venda de ingressos. O resto das despesas somaram mais 40 mil reais da renda bruta que foi de R$ 1.886 milhão de reais.

Por outro lado, as receitas também aumentaram. Ter a própria casa fez com que o percentual líquido disparasse. Nos oito jogos realizados no estádio municipal em 2014, o Corinthians ficou com 54% da renda bruta - ou R$ 2,6 milhões dos R$ 4,8 milhões brutos.

Já o percentual do que entrou para os cofres do Corinthians nos 16 jogos realizados na sua arena de Itaquera foi de 62,9%, aumento considerável para quem antes tinha de atuar em estádio alugado.

- Estamos aprendendo jogo após jogo com a operação do novo estádio, a tendência é a diminuição de parte dos gastos já num futuro próximo - explica Lúcio Blanco, gerente de operações da Arena Corinthians.

Alguns dos gastos citados estão ligados a não-conclusão de algumas das obras, como o fechamento com placas nos setores norte e sul, atrás dos dois gols.

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