Candidato à presidência afirma que Corinthians não aumentará a proposta por Guerrero

Candidato à presidência afirma que Corinthians não aumentará a proposta por Guerrero

Por Meu Timão

Roberto de Andrade é o candidato da situação à presidência do clube

Roberto de Andrade é o candidato da situação à presidência do clube

No que depender do candidato Roberto de Andrade, candidato às eleições presidenciais do Coringão, o clube não vai ceder à pedida do atacante Paolo Guerrero e não deve aumentar a proposta para manter o atleta.

O peruano exigia US$ 7 milhões (cerca de R$ 18 milhões) de luvas, aceitou baixar para US$ 6 milhões (cerca de R$ 15,5 milhões) e não abre mão.

- O valor do dinheiro, para todos, é muita coisa. Não que ele não mereça, não é por aí. É um grande jogador, nosso ídolo, foi importantíssimo no título mundial. Agora existe limite para as coisas, o clube tem limite, orçamento, planejamento... Guerrero está procurando o melhor da vida dele. Concordo, mas não dá para nós - disse Andrade, em entrevista à Rádio Transamérica.

Segundo o candidato, que já participa ativamente das negociações do clube, em reuniões com a atual diretoria e o ex-presidente Andrés Sanchez, uma nova conversa com o camisa 9 só deve ocorrer no início de 2015.

- O que posso garantir ao nosso torcedor, é que o Corinthians fará o possível, mais que o possível e o impossível (para manter Guerrero). Em toda negociação as partes têm de ceder. O Corinrthians cedeu, esticou um pouco o que achávamos o justo. O jogador está tranquilo, conversamos e, quando voltar das férias, a gente vai retomar as negociações - disse.

Andrade foi diretor de futebol do Corinthians entre o fim de 2010 e o início de 2014, quando rompeu com o atual mandatário, Mário Gobbi Filho, e saiu para se dedicar à campanha presidencial. Em 2013, segundo ele, o alvinegro chegou a acertar a renovação de contrato de Guerrero, só faltando os trâmites jurídicos. No entanto, o jogador entrou em desacordo com seu antigo empresário e a negociação deu para trás.

- Em 2013, no meio do ano, ele tinha um representante que chamava Óscar, um uruguaio naturalizado argentino. Sentamos cinco, seis vezes, confabulamos, fizemos contas, chegamos ao número. Tudo acertado, tudo correto, tínhamos pedido para o jurídico confeccionar o contrato para colher a assinatura. O que aconteceu? O Guerrero brigou com o representante e aí falou 'Depois a gente vê'. Depois, ele não quis mais sentar para conversar, o negócio foi passando e chegou agora. O contrato estava pronto e chegou agora com esses números - revelou Andrade.

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