Em meio à crise financeira, Roberto de Andrade afirma: 'salários estão em dia'

Em meio à crise financeira, Roberto de Andrade afirma: 'salários estão em dia'

Por Meu Timão

Roberto de Andrade busca soluções para crise financeira

Roberto de Andrade busca soluções para crise financeira

Foto: Daniel Augusto Jr/Ag. Corinthians

O Corinthians tem enfrentado dificuldades financeiras neste ano, mas elas não são somente de agora, e esse acúmulo de contas a pagar foi acontecendo aos poucos. Assim que assumiu a presidência do clube, Roberto de Andrade tinha a árdua missão de equilibrar as contas e fazer com a receita crescesse.

Apesar de não divulgada oficialmente, a dívida do time do Parque São Jorge é de aproximadamente R$ 300 milhões pela compra dos seus direitos econômicos, direito de imagem de alguns atletas e premiações. Ainda assim, o presidente não nega o incômodo e evita citar nomes quando fala sobre a situação financeira do Corinthians.

"Não gosto de falar de números nem de nomes. Temos pendências com alguns atletas no pagamento de luvas. Também faltam quitar premiações, que atingem todo o elenco. Mas quero deixar claro que os salários estão em dia. Venho conversando com o elenco semanalmente para mostrar o trabalho que estamos fazendo. Todo mundo está ciente dos passos que estamos dando para conseguir quitar as dívidas. Todos estão com a maior paciência do mundo e tenho que agradecer a todos aqueles que tem a receber com o Corinthians, mas isso é uma coisa que me incomoda bastante", afirmou Roberto de Andrade em entrevista ao Estadão.

Além de garantir que os salários estão em dia, a diretoria alvinegra, junto ao marketing, busca medidas para acertar as contas.

"A gente ainda não conseguiu solucionar a situação financeira do clube e deixá-la agradável, como eu gostaria que fosse, mas estamos caminhando para isso. O departamento de marketing está trabalhando, e muito, em projetos novos. Na parte administrativa, estamos renegociando contratos e mudando conceitos. Sabemos que é um caminho longo e não vamos conseguir fazer isso em poucos meses, mas não podemos nunca baixar a guarda", concluiu.

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