Arana e Malcom falam sobre amizade de infância: 'A gente está sempre junto'

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Malcom e Arana são amigos desde os dez anos de idade

Malcom e Arana são amigos desde os dez anos de idade

Daniel Augusto Jr. / Agência Corinthians

Os dois jogadores titulares mais jovens do elenco do Corinthians são amigos desde os dez anos de idade. O lateral-esquerdo Guilherme Arana e o atacante Malcom falaram um pouco da amizade e da cumplicidade dos dois no dia a dia do Timão.

"Nossa amizade surgiu desde os dez anos, ele chegou um pouco antes, a gente foi pegando afinidade, começou a zoar todo mundo. Foi passando ano, passando ano, ninguém suportava a gente, colocava apelido, brincava. Não tenho o que falar da família dele, foi muito importante na minha vida. E espero que a nossa amizade continue aí para sempre", declarou Malcom, logo no início da coletiva desta quarta-feira.

"A gente sempre estava junto, nos momentos bons e ruins, e vamos continuar assim. Nossa amizade é muito grande, ele dormia na minha casa, empinávamos pipa juntos nas horas livres. Daqui para frente tem como só melhorar a nossa amizade", completou o amigo, Arana.

A amizade também é marcada pela cumplicidade. Se todo mundo no elenco tem apelidos, que eles não quiseram revelar na entrevista, os dois não. Segundo eles, só eles dão apelidos, mas ninguém pode dar para eles. Além disso, quando é preciso um defende o outro, como foi o caso de Malcom no episódio da espinha de Arana, na semana passada.

"O pessoal zoando ele e eu zoando os outros, a gente está sempre junto. Não é agora que aconteceu a fatalidade com ele que vai ser diferente, o pessoal zoava ele e eu defendia o Arana", explicou Malcom, dando risada ao lado do companheiro.

Como se conheceram nas categorias de base, a dupla estava acostumada a acompanhar os jogos dos profissionais juntos. Os dois lembram desse tempo, como no título do Timão em 2011, e falam sobre a atual realidade.

"Estávamos na base, eu estava com os meus familiares, assistindo, suando, meus familiares até choraram, mas eu não sabia que depois de três, quatro anos, eu estaria no profissional. As coisas aconteceram muito rápidas, a gente chorou junto, comemorou junto", ressaltou Malcom.

"A gente não frequentava muito estádio, mas víamos pela televisão. Mas nunca passou pela nossa cabeça, de poder estar jogando com as pessoas que você via na TV, e estar vivenciando os momentos com elas", completou Arana.

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