Dirigente do Corinthians acredita em Tite pós-desmanche: 'Nós podemos formar outro Gil'

Dirigente do Corinthians acredita em Tite pós-desmanche: 'Nós podemos formar outro Gil'

Por Meu Timão

Aposentado dos gramados, Edu Gaspar comanda o atual departamento de futebol do Corinthians

Aposentado dos gramados, Edu Gaspar comanda o atual departamento de futebol do Corinthians

Foto: Daniel Augusto Jr./Ag. Corinthians

O Corinthians inicia a temporada de 2016 otimista mesmo após o desmanche enfrentado nestas primeiras semanas do ano. Nos Estados Unidos com a delegação alvinegra, o gerente de futebol Edu Gaspar falou em tom de naturalidade a respeito da saída de cinco titulares (Gil, Ralf, Renato Augusto, Ralf e Vagner Love) e "colocou suas fichas" em Tite para crer em uma reconstrução da equipe alvinegra.

A última perda do Corinthians diz respeito a Gil. A diretoria acertou a transferência do jogador ao Shandong Luneng, da China. O beque desembarcou no Brasil nesta quarta-feira para acertar sua rescisão com o Timão. Na opinião de Edu Gaspar, é possível o Timão formar "outro Gil" ao invés de ir ao mercado. Na equipe sub-20, que está classificada às semifinais da Copinha, a dupla de zagueiros Vinícius del’Amore e Léo Santos vai se destacando.

"Não é porque saiu um Gil que precisamos trazer outro Gil. Nós podemos formar outro Gil. Conseguir que o atleta se desenvolva aqui e que o Corinthians ganhe dinheiro. Tudo isso faz com que nós tenhamos credibilidade para construir de novo uma equipe forte. Temos o melhor treinador do Brasil", afirmou Edu Gaspar.

"O Corinthians tinha os melhores jogadores do Brasil: Gil, Ralf, Renato Augusto, Jadson, Vagner Love. É simples. Se você tem dinheiro, você vai contratar os melhores. E eles estavam no Corinthians", completou.

Especificamente sobre Tite, o gerente de futebol alvinegro garantiu que a relação da diretoria com a comissão técnica está sendo o mais franca possível em meio às saídas de medalhões. Na reapresentação da equipe neste início de mês, o treinador voltou a pedir aos jogadores e à diretoria para que evitassem saídas e focassem na disputa da Libertadores.

"A melhor maneira de lidar com o Tite é falar a verdade, não deixar meias palavras. Quando as negociações começaram, eu avisei o Tite e que faríamos o possível para que tudo acontecesse da maneira que queríamos. A questão ainda não está encerrada. Tite é sempre muito positivo, não deixa a peteca cair", explicou o dirigente.

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