Em seu blog, Neto revela tentativa da Parmalat em tirá-lo do Corinthians

Em seu blog, Neto revela tentativa da Parmalat em tirá-lo do Corinthians

Por Meu Timão

Ídolo da Fiel, Neto recebeu sondagem para voltar ao Palmeiras quando estava no Corinthians

Ídolo da Fiel, Neto recebeu sondagem para voltar ao Palmeiras quando estava no Corinthians

Foto: Reprodução/Site Oficial do Corinthians

Principal personagem do título do Campeonato Brasileiro de 1990, o primeiro da história do Corinthians, Neto chegou a ser sondado pela Parmalat, patrocinadora máster do Palmeiras, para retornar ao clube da Barra Funda. Quem conta a história é o próprio ex-jogador.

“Em 1992, quando eu jogava profissionalmente no Corinthians, me procurou um senhor meio alemão (esqueci o nome dele!) que trabalhava para a Parmalat”, publicou o ex-atleta em seu blog. “O objetivo dele era sondar como estava meu contrato com o Timão porque ele tinha o interesse de me levar de volta ao Palestra Itália”.

A relação entre Neto e Emerson Leão, técnico do Palmeiras em 1989, não era nada amistosa. Após desentendimentos com o treinador, o meia perdeu espaço no time e acabou trocado por Ribamar, do Corinthians. No ano seguinte, sob o comando de Nelsinho Baptista, o apoiador foi decisivo e levou o clube alvinegro à conquista do Brasileirão.

“Respeito o Palmeiras, que é de fato uma baita potência, mas naquela ocasião tinha que ter ficado no Corinthians”, declarou o eterno “Xodó da Fiel”, hoje apresentador e comentarista de futebol da TV Bandeirantes. “Me dediquei pra valer nos quase 7 anos que estive por lá”, finalizou.

Lembrado pelo forte temperamento, José Ferreira Neto foi revelado pelo Guarani. Após passagens discretas por alguns clubes de São Paulo, chegou ao Parque São Jorge em 1989. Ao todo, foram 228 partidas com o manto alvinegro e 80 gols marcados.

Leia na íntegra o texto publicado por Neto

Nunca tinha dito isso pra ninguém. Em 1992, quando eu jogava profissionalmente no Corinthians, me procurou um senhor meio alemão (esqueci o nome dele!) que trabalhava para a Parmalat. Ele era um dos responsáveis pela parceira de cogestão da empresa multinacional italiana com o Palmeiras. O objetivo dele era sondar como estava meu contrato com o Timão porque ele tinha o interesse de me levar de volta ao Palestra Itália. Aliás, posteriormente fiquei sabendo que ele também tinha o interesse em levar o goleiro Ronaldo Giovaneli.

No início achei que era apenas uma estratégia de 'guerra' entre dirigentes dos clubes rivais. Mas depois vi que o interesse era real. Mas posso falar a verdade? Respeito o Palmeiras, que é de fato uma baita potência, mas naquela ocasião tinha que ter ficado no Corinthians. Não à toa tenho até hoje minha história marcada com o Timão. Me dediquei pra valer nos quase 7 anos que estive por lá.

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