Torcida única pode fazer Arena bater recordes de público e renda em possíveis clássicos no Paulista

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Por Meu Timão

Torcida promete lotar a Arena na reta final do Paulistão

Torcida promete lotar a Arena na reta final do Paulistão

Meu Timão

O Corinthians vive situação inusitada em relação à exigência de torcida única nos clássicos paulistas até o fim de 2016. O clube, de maneira oficial, ainda não se posicionou sobre a imposição da Secretaria de Segurança Público do Estado de São Paulo. As organizadas, por sua vez, se opuseram veementemente ao veto de visitantes. Mas ao menos os cofres da Arena podem ter motivo para comemorar.

Isso porque a proibição de torcidas visitantes em eventuais clássicos a serem disputados ainda na fase de mata-mata do Paulistão pode render maiores público e renda ao fundo que administra a Arena Corinthians. Como não haveria a necessidade de separar corinthianos e torcedores rivais, o setor Sul do estádio ganharia mais assentos disponíveis.

Atualmente, o recorde de público da Arena Corinthians foi registrado na goleada por 6 a 1 sobre o São Paulo, em 22 de novembro de 2015, quando 44.976 torcedores pagaram para assistir ao clássico. Em tal ocasião, a carga de ingressos da torcida rival não foi vendida por completo, o que "diminuiu" o público total, que portanto poderia ser ainda maior.

O recorde de arrecadação bruta do estádio corinthiano em jogos do Timão foi registrado em 18 de fevereiro, na vitória por 2 a 0 sobre o São Paulo, pela Libertadores de 2015. Na ocasião, R$3.528.236,00 foram deixados na bilheteria pela Fiel.

Vale destacar que o clube já iniciou as vendas para o jogo das quartas de final, contra o Red Bull Brasil. Tal partida não terá torcida única, haja vista que não é um clássico. O Corinthians já garantiu mando de campo numa eventual participação na semifinal, quando poderá enfrentar algum arquirrival e, portanto, jogar pela primeira vez na Arena sem torcida visitante.

Em tempo: a proibição de torcedores visitante em clássicos aconteceu a pedido da Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo em parceria com a polícia militar e a Federação Paulista de Futebol. A medida foi decorrência dos episódios de violência envolvendo corinthianos e palmeirenses na semana passada, antes e depois do Derby.

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