No melhor momento da carreira, Fagner fala sobre brincadeiras de companheiros no Timão

No melhor momento da carreira, Fagner fala sobre brincadeiras de companheiros no Timão

Por Meu Timão

Com três gols anotados em 2016, marcas do camisa 23 como goleador superam anos anteriores

Com três gols anotados em 2016, marcas do camisa 23 como goleador superam anos anteriores

Foto: Rodrigo Coca/Ag. Corinthians

O ano de 2016 vem sendo um dos melhores na carreira do lateral Fagner. Aos 26 anos, o lateral direito do Corinthians tem motivos de sobra para estar feliz com a atual temporada. Com três gols marcados neste ano, o camisa 23 do Corinthians já superou sua marca pessoal alcançada em 2014 e 2015, quando balançou as redes por duas vezes.

Formado nas categorias de base do clube, Fagner deixou o Corinthians em 2007, por empréstimo, ao Vitória (BA). Com experiências internacionais por PSV Eindhoven/HOL (2008) e Wolfsbrg/ALE (2013), o lateral direito também acumula duas passagens pelo Vasco da Gama, clube que defendeu antes de retornar ao Timão, em 2014.

Em entrevista ao site da Folha de S. Paulo, Fagner analisou sua evolução profissional, relembrou sua primeira passagem e garantiu amadurecimento tanto taticamente, quanto psicologicamente. “Eu sai um menino (com 17 anos) e voltei com outra cabeça. Busquei aprender e amadurecer. Essa é a grande diferença do Fagner que saiu menino, do que voltou em 2014, adulto”, disse.

Visto pelo grupo como sinônimo de brincadeira fora de campo, o lateral corintiano falou a respeito do ambiente positivo no elenco e revelou ser alvo dos companheiros. “Eles não têm limite nenhum (risos). Acho que me amam. Sou o mais zoado. Tem horas que eu dou de ignorante para ver se eles param de pegar no meu pé, mas isso não funcionou ainda. Continuam no meu pé”, comentou.

Apesar do clima descontraído fora de campo, Fagner é tratado pelo técnico Tite como um dos homens de confiança e peça fundamental na equipe. Com tamanha responsabilidade, o camisa 23 relacionou a importância do apoio do elenco e trabalho em conjunto.

“O futebol é um esporte coletivo, no qual você tem mais 30 companheiros no dia a dia, mais dez na hora do jogo. Dar um passe, tirando uma bola lá de trás, fazer uma cobertura, tudo dá uma satisfação enorme. Se for para ajudar um companheiro, prefiro dar uma assistência a fazer o gol”, finalizou.

O Corinthians entra em campo neste sábado, quando recebe o Osasco Audax, às 18h30, em partida válida pela semifinal do Campeonato Paulista, na Arena Corinthians.

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