Mudança na contraprova de Yago deve gerar novas reclamações do Nacional

Mudança na contraprova de Yago deve gerar novas reclamações do Nacional

Por Meu Timão

Uruguaios já haviam reclamado de escalação de Yago na primeira partida contra o Nacional

Uruguaios já haviam reclamado de escalação de Yago na primeira partida contra o Nacional

Foto: Daniel Augusto Jr. / Agência Corinthians

Neste domingo foi confirmado que o resultado da contraprova do exame antidoping de Yago, inicialmente marcado para ser divulgado nesta segunda-feira, foi alterado para a próxima quinta. Apesar de ter sido feita pelo laboratório que realiza os procedimentos, em Los Angeles, a alteração deve gerar reclamações do Nacional.

Após a primeira partida entre as duas equipes, na última quarta-feira, Guillermo Pena, dirigente do clube uruguaio, afirmou em entrevista a uma rádio local que o zagueiro não deveria estar em campo no Estádio Parque Central, em Montevidéu.

Ainda segundo o dirigente, a diretoria do Nacional havia acionado a Conmebol para saber a situação do zagueiro, que, de acordo com ele, deveria estar suspenso preventivamente.

A reclamação de Pena é por Yago ter testado positivo em um exame antidoping realizado após o clássico entre Corinthians e Santos, no dia 6 de março. O anúncio de que a susbtância betametasona havia sido encontrada foi feita após a partida contra o Audax, pela semifinal do Campeonato Paulista, no dia 23 de abril.

Neste domingo, o Meu Timão explicou por que as reclamações dos uruguaios são sem fundamento. Como o departamento jurídico do Timão já ressaltou, não se pode suspender um jogador antes do resultado da contraprova.

Além disso, nenhuma entidade (FPF, CBF, Conmebol ou Fifa) emitiu qualquer comunicado sugerindo a suspensão de Yago. A suspensão só deve acontecer caso o resultado da contraprova confirme o doping. Nesse caso, o jogador ficará suspenso preventivamente até que seu caso seja julgado pelo Tribunal de Justiça Desportiva (TJD).

Caso esses procedimentos se confirmem, o Corinthians segue otimista, já que afirma que o uso da betametasona de forma intra-articular (o que foi feito com o jogador) é permitido pela Agência Mundial Antidopagem. O caso só seria considerado doping se a manipulação do medicamento fosse feita de outras formas.

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