Meia diz matar dois leões por dia: 'Além do treino, tem o posicionamento'

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Por Meu Timão

Guilherme voltou a ganhar chance no esquema 4-1-4-1 de Tite

Guilherme voltou a ganhar chance no esquema 4-1-4-1 de Tite

Daniel Augusto Jr/Ag. Corinthians

O Corinthians foi testado com alterações para pegar o Vitória em relação ao time que empatou diante do Grêmio na última rodada do Campeonato Brasileiro. Uma delas é o retorno de Guilherme. O camisa 10 deve ganhar nova chance como titular após ficar um período de quase um mês encostado na reserva. Escolhido pelo clube para falar com a imprensa no CT Joaquim Grava nesta quinta-feira, ele se pronunciou sobre a perda temporária da titularidade.

"Vi com tranquilidade, até porque nessa semana fiz quatro meses no clube, e serviu como reflexão. Mesmo quando estou atuando costumo refletir. Serve como amadurecimento. Serve para me empenhar ainda mais na minha função. Se confirmar de fato o meu retorno, recebo isso com felicidade e, acima de tudo mais preparado", declarou.

Fato é que, passados três jogos como reserva, Guilherme volta exatamente na mesma posição em que estava sendo colocado por Tite: como meia de armação centralizado no esquema 4-1-4-1. O jogador sinalizou estar se esforçando nos treinos para se encaixar no plano tático proposto pelo treinador.

"É diferente. Não entender e não querer. Eu estou querendo muito, trabalhando demais. Tem aquela máxima de matar um leão por dia. Eu venho para matar dois porque, além do treino, tem essa questão do posicionamento. A grande verdade é que nunca joguei assim de Box a Box. Acabava me sentindo muito na obrigação de marcar e tinha dificuldade para atacar, mas melhorei muito fisicamente também e dentro desses ajustes vou faze o meu melhor. Mas sei da minha qualidade e e espero domingo ter oportunidade", explicou.

A diferença em relação aos primeiros meses em que atuou como titular é a composição do meio de campo. Pela primeira vez, Guilherme terá Marquinhos Gabriel e Giovanni Augusto como meias abertos pela ponta. Ao ser questionado se isso dá maior liberdade para atacar, o camisa 10 minimizou, mas elogiou os colegas.

"Todos têm que atacar e marcar. Mesmo que mude para mim, sempre vamos ter obrigação de marcar. Acho que para mim muda pouca coisa. Talvez eles tenham uma visão pouca de jogo pelo lado e eu aproveito um pouco mais com a infiltração. Porque o passe deles é de qualidade. Acho que a qualidade de um completa a do outro", disse.

"O que eu vejo é que não muda (esquema tático), o que muda é a característica. Entra cara que pensa mais. Mas no desenho tático muda pouca coisa. Talvez só eu que dê uma fuginha para frente", completou.

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