Determinante em sua carreira, Rivelino revela escolha entre Corinthians e Palmeiras

Determinante em sua carreira, Rivelino revela escolha entre Corinthians e Palmeiras

Por Meu Timão

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Reizinho do Parque foi o autor do primeiro gol da Arena Corinthians, em 2014

Reizinho do Parque foi o autor do primeiro gol da Arena Corinthians, em 2014

Agência Corinthians

Um dos maiores ídolo da história do Corinthians, Roberto Rivelino, conhecido pela Fiel como Reizinho do Parque, relembrou os primeiros passos de sua trajetória no clube, em participação no programa Resenha ESPN. Questionado sobre o início de sua carreira, Rivelino conta de que forma descartou o Palmeiras e escolheu o Corinthians como sua segunda casa.

“Eu jogava futebol de salão e fui decidir um jogo justamente contra o Palmeiras. Um diretor palmeirense foi falar com meu pai e ele falou que eu jogava bem. Eu tinha 15 ou 16 anos e fui lá fazer o teste. Fiz um jogo bom no primeiro teste, só que no segundo eu já fui separado com outro grupo, parecia que estávamos sendo jogados no lixo”, disse.

Muito decepcionado com a conduta nas categorias de base do rival, o Reizinho do Parque revelou enorme descontentamento e relembrou o convite corinthiano na sequência, que determinou o futuro de sua trajetória no futebol.

“Eu era palmeirense, mas a maneira como eu fui tratado, me senti tão humilhado, tão menosprezado, que me machucou muito. Depois disso, fui embora. O diretor do Indiano, onde eu jogava, era conhecido do diretor do Corinthians. O Mário Travaglini, técnico do Palmeiras na época, veio atrás de mim depois e eu falei que já estava acertado com o Corinthians”, acrescentou.

Ainda sobre o Timão, Rivelino não escondeu o amor e gratidão pelo clube. A respeito de sua recepção no Parque São Jorge, o ex-jogador revela que sua convivência com os companheiros de equipe era a melhor possível e que aprendeu a gostar do Corinthians durante o período.

“Eu morava na Zona Sul, acordava cinco horas da manhã e pegava duas conduções. Chegava no Corinthians umas sete e meia e voltava só três da tarde, quando minha mãe me esperava para almoçar. Eu fazia com um tesão, um prazer, porque o Corinthians me recebeu muito bem. O Corinthians se tornou minha segunda casa, tenho um carinho, respeito e admiração”, finalizou.

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