Homem de confiança de Cristóvão, Pedro Henrique manda recado: 'Não quero sair mais'

Homem de confiança de Cristóvão, Pedro Henrique manda recado: 'Não quero sair mais'

Por Meu Timão

Pedro Henrique não deu chances para Paolo Guerrero e foi um dos melhores em campo

Pedro Henrique não deu chances para Paolo Guerrero e foi um dos melhores em campo

Foto: Daniel Augusto Jr/Ag. Corinthians

O Corinthians de Cristóvão Borges não ganhou apenas três jogos consecutivos e a vice-liderança do Campeonato Brasileiro. Caiu no colo do Timão também um novo zagueiro, formado nas categorias de base do clube e já considerado titular absoluto: o jovem Pedro Henrique, que atuou em todos os jogos do novo treinador no comando do Corinthians.

Com apenas 20 anos, o beque se aproveitou de um momento de lesões de Yago e Vilson para se firmar ao lado de Balbuena. A sequência de boas atuações (coroada pela grande marcação diante de Guerrero no último domingo) fez Pedro Henrique colocou os demais colegas no banco de reservas, lugar onde não quer voltar tão cedo.

"Não fiz nada, simplesmente comecei a trabalhar firme e forte, e acho que Deus ajuda a quem trabalha. Eu esperei o momento e quando apareceu a chance eu aproveitei da melhor maneira possível. A sequência está boa, recebendo a confiança de todos os companheiros e do professor Cristóvão", declarou, em entrevista ao jornal Lance!.

"Eu nunca imaginava ser titular da zaga do Corinthians, mas também via que só precisava de uma oportunidade para mostrar que tinha potencial. Agora não quero sair mais", completou.

Engana-se quem pensa que Pedro Henrique vem fazendo algo de supernatural para conseguir, tão jovem, se firmar na equipe principal do Corinthians. O segredo está na dedicação nos treinos, marca que ele trouxe das categorias de base.

"Tem um pouco de sorte, mas também tem muito trabalho, as duas coisas. Vinha me dedicando ao máximo, focado nos treinos e os trabalhos que passavam, treinando complemento também, para executar meu trabalho bem feito e não sair mais", disse.

"Se você não tiver personalidade não tem como jogar futebol. Eu fiquei três anos no profissional e nunca desanimei. Quando apareceu a brecha de jogar eu mostrei essa personalidade, é o que a torcida queria, a diretoria queria, e graças a Deus está dando certo", finalizou.

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