Cássio reclama de vaias, defende Cristóvão e fala em 'marca' da Fiel

Cássio reclama de vaias, defende Cristóvão e fala em 'marca' da Fiel

Questionado sobre vaias a Cristóvão, Cássio falou grosso e demonstrou incômodo com situação

Questionado sobre vaias a Cristóvão, Cássio falou grosso e demonstrou incômodo com situação

Foto: Daniel Augusto Jr/Ag. Corinthians

As sonoras vaias dirigidas a Cristóvão Borges durante o empate do Corinthians por 1 a 1 com o Figueirense, neste sábado à tarde, na Arena, não foram bem aceitas pelo goleiro Cássio. Um dos líderes do atual elenco alvinegro, o camisa 12 lamentou a postura de parte da Fiel presente em Itaquera e falou em “marca” da torcida.

“Eu não acho legal, nossa torcida sempre nos apoiou. Nossa torcida sempre grita o tempo todo. A gente gostaria que, no decorrer do jogo, por mais que aconteçam erros de passes, é importante que a torcida continue nos apoiando. Deixem para vaiar depois do jogo. Claro, o torcedor paga o ingresso e tem o direito de vaiar, mas o Corinthians tem a marca que a torcida apoia durante os 90 minutos”, afirmou.

Mesmo dentro de seus domínios, o Corinthians não conseguiu valer o mando de campo e sofreu para garantir um ponto diante do Figueirense. Aliás, foi o time de Santa Catarina quem abriu o placar, com Dodô, aos 14min do segundo tempo. Danilo, de cabeça, deu números finais do confronto na Zona Leste de São Paulo.

Ainda a respeito do assunto, Cássio até defendeu as torcidas organizadas. De acordo com o arqueiro, as uniformizadas não costumam ter a alcunha de vaiar o Timão ao longo dos 90 minutos.

“Muitas vezes se falam coisas negativas sobre torcidas organizadas e nunca vi eles vaiando no decorrer do jogo. Mesmo com as coisas não dando certo ou perdendo, acredito que as vaias não adiantam”, explicou o arqueiro, que ainda intercedeu pelo técnico Cristóvão Borges e recordou o aproveitamento do comandante – quatro vitórias, dois empates e uma derrota – para minimizar o empate contra o Figueirense.

“Pelo falo do Tite ter um histórico vitorioso, essa diferença fica clara no comportamento da torcida. Hoje ele não faz mais parte do Corinthians e agora o treinador é o Cristóvão. Claro que aqui é Corinthians, a pressão é muito maior do que nas outras equipes, mas o histórico dele é muito positivo até agora, ele tem somente uma derrota e acredito que isso não pode acontecer”, concluiu.

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