Corinthians alega falta de provas e arquiva caso de escândalo na base

Corinthians alega falta de provas e arquiva caso de escândalo na base

Por Meu Timão

Eduardo Ferreira era um dos envolvidos no caso

Eduardo Ferreira era um dos envolvidos no caso

Foto: Daniel Augusto Jr./Ag. Corinthians

O Corinthians arquivou o processo de investigação no escândalo de desvio de dinheiro nas categorias de base, que teve como pivô Alyson Motta. O caso foi encerrado sem punição para nenhum dos envolvidos.

A reunião, que foi realizada nesta quarta-feira, dia 27, terminou com uma votação unânime a favor do arquivamento do caso. Neste caso, estão liberados das acusações o conselheiro Manoel Ramos Evangelista, o diretor adjunto de futebol Eduardo Ferreira e o diretor de futebol amador José Onofre Souza.

O documento com a decisão, divulgado pelo UOL Esporte, ainda afirma que, em caso de novas provas, o processo pode ser reaberto. Ele é assinado pelo presidente e relator da comissão, Sérgio Eduardo Mendonça de Alvarenga - ele também é vice-presidente do Conselho Deliberativo do Timão. Além dele, Daniel Leon Bialski e José Luís Cecílio, membros do Conselho de Ética, também votaram. Carlos Roberto Elias e Luiz Eduardo da Silva, que completam o quadro de conselheiros, participaram do processo, mas não votaram por já terem trabalhado como advogados de um dos investigados.

Oito testemunhas foram ouvidas no caso, que poderia ter resultado até mesmo no desligamento e perda do cargo dos envolvidos. A polêmica, porém, se encerra sem nem ao menos uma punição leve.

Relembre o caso - O escândalo teve início quando o empresário americano Helmut Niki Apaza divulgou conversas de WhatsApp à imprensa contra os dirigentes do Corinthians. A acusação seria de uma venda de 20% dos direitos econômicos do jogador Alyson Motta, de 16 anos, de maneira irregular. Na ocasião, o jovem até foi afastado dos treinos e chegou a ter a família ameaçada de morte. Agora, Alyson já treina normalmente.

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