Timão explica ruptura com patrocinador, nega falta de pagamento e mantém meta dos R$ 70 milhões

Timão explica ruptura com patrocinador, nega falta de pagamento e mantém meta dos R$ 70 milhões

No fim de janeiro, Winner foi apresentada como nova patrocinadora do Corinthians

No fim de janeiro, Winner foi apresentada como nova patrocinadora do Corinthians

Foto: Daniel Augusto Jr/Ag. Corinthians

Depois de pouco mais de seis meses, o namoro entre Corinthians e Winner Play, site gratuito de palpites esportivos, chegou ao fim. A rescisão do contrato de patrocínio assinado no dia 29 de janeiro foi divulgada na manhã desta terça-feira pela assessoria do clube paulista. Segundo Gustavo Herbetta, superintendente de marketing do Timão, o rompimento do negócio avaliado em R$ 21 milhões, os quais seriam pagos no período de três anos, se deu em razão dos resultados inesperados da empresa no Brasil.

“Primeiro, esclarecer dois pontos, 'boataria': a decisão de romper partiu deles; número dois: o Corinthians foi pago (proporcionalmente), e foi pago antecipado no ano passado. Na rescisão, foi paga a multa rescisória prevista no contrato”, afirmou Herbetta, em rápida conversa por telefone, ao Meu Timão.

A Winner, responsável pela página online Winner Play, funciona como um site de apostas no exterior. Entretanto, como a prática ainda é ilícita no mercado nacional, a empresa investiu na área de palpites gratuitos, prometendo premiações aos vencedores, e estampou as omoplatas da camisa corinthiana ao longo do primeiro semestre, além de ser exposta em backdrops do clube, uniformes de treinamento e placas de publicidade no CT Joaquim Grava.

De acordo com Herbetta, o contrato assinado entre as partes envolvia, a cada seis meses, a discussão do prosseguimento do patrocínio. Nesta primeira conversa, a Winner decidiu pôr fim ao acordo e, inclusive, quitou a multa rescisória – a quantia não foi divulgada. “Havia dois momentos para se conversar: depois de seis meses e um ano. Foi uma decisão unilateral deles”, acrescentou o profissional. “A operação deles dependia de outras variáveis. O Corinthians era uma delas”.

A partir de agora, o marketing do Timão acrescenta à sua lista de objetivos buscar um novo parceiro para o espaço do uniforme deixado pela empresa de apostas. Mesmo que admita surpresa pelo declínio do contrato, Herbetta reiterou que o clube alvinegro mantém a meta de arrecadação anual superior a R$ 70 milhões apenas com propriedades do manto corinthiano.

Atualmente, três marcas estampam a camisa do atual campeão brasileiro e líder momentaneamente da edição 2016 da Série A: Caixa Econômica Federal (R$ 30 milhões, peito), Special Dog (R$ 3 milhões, calção) e TIM (R$ 4 milhões, números) – valores aproximados. O contrato com a Winner renderia o equivalente a R$ 7 milhões por temporada aos cofres da equipe do Parque São Jorge.

A comunicação corinthiana negocia, afora as omoplatas, outras três propriedades da camisa: a parte superior das costas (estimada em R$ 12 milhões), a barra inferior traseira (R$ 6 milhões) e as mangas da camisa (R$ 12 milhões).

Veja Mais:

  • Em vídeo, Gabriel reitera desculpas por gesto obsceno: 'Não faz parte do meu caráter'

    Em vídeo, Gabriel reitera desculpas por gesto obsceno: 'Não faz parte do meu caráter'

    ver detalhes
  • Clayson comemora gol sobre o São Paulo, o primeiro dele pelo Timão

    Na raça! Clayson decide, Corinthians empata no Morumbi e mantém invencibilidade contra rival

    ver detalhes
  • Líder do Brasileirão, Corinthians empatou com o São Paulo por 1 a 1 neste domingo

    Com tropeço do Grêmio, Corinthians vê rivais se aproximarem na tabela; veja classificação

    ver detalhes
  • Clayson assegurou empate fora de casa ao Timão

    Cássio brilha, mas reserva é eleito o melhor do Corinthians no clássico; Jadson destoa

    ver detalhes

Comente a notícia:

  • 1000 caracteres restantes