Reunião na Arena neste sábado define futuro político do Corinthians

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Por Meu Timão

Reunião será realizada na Arena Corinthians

Reunião será realizada na Arena Corinthians

Mayara Munhoz/Meu Timão

As decisões a serem tomadas pelo Conselho Deliberativo do Corinthians neste sábado, dia 27 de agosto de 2016, será fundamental para os rumos do clube. Membros do grupo se reunirão na Arena Corinthians, a partir das 10h (de Brasília), para discutir quatro alterações relevantes no Estatuto Social. Abaixo, o Meu Timão lista cada uma delas, além de suas consequências.

Fim do Chapão

A principal reivindicação diz respeito ao sistema político-eleitoral em vigor no Corinthians. O chamado “Chapão” contempla, a cada três anos, o preenchimento das 250 vagas no Conselho por meio da vitória de uma única chapa. O método permite que não haja a devida fiscalização sobre as ações dos mandatários, já que os eleitos estarão a favor do grupo vencedor. Além disso, a assembleia debaterá chapas com 25 ou 50 nomes à votação, o que aumenta a participação de visões diferentes de comando.

Antecipação das eleições

Atualmente, a eleição presidencial no Timão acontece a cada três anos, sempre em fevereiro. A ideia é antecipar a votação para novembro do ano anterior, dando tempo ao dirigente designado planejar sua primeira temporada de trabalho, se ambientar com o cargo, tomar conhecimento das finanças, executar projetos, etc. Se a pauta for atendida, Roberto de Andrade, que assumiu o Corinthians em 2015, deixará seu posto não no início de 2018, mas no fim de 2017.

Inelegibilidade

A proposta de membros do Conselho é dar fim à inelegibilidade de um presidente por dois mandatos, ou seja, garantir que um ex-mandatário possa se candidatar novamente ao cargo após uma eleição apenas. Por exemplo, caso Roberto de Andrade deixasse o Timão hoje, ele não poderia concorrer às próximas duas eleições para presidente. A medida possibilitaria o retorno de políticos num menor período.

Ficha Limpa

Baseada na Lei da Ficha Limpa, que determina a inelegibilidade, por oito anos, de políticos condenados em processos criminais em segunda instância, cassados ou que tenham renunciado para evitar a cassação, a proposta de mesmo nome visa impedir que uma pessoa condenada pela Justiça se candidate a qualquer cargo no Corinthians pelo período de oito anos.

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