Coincidências marcam passagens fracassadas de Cristóvão Borges e Adilson Batista pelo Timão

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Por Meu Timão

Cristóvão Borges foi demitido após o revés no Dérbi, neste sábado

Cristóvão Borges foi demitido após o revés no Dérbi, neste sábado

Daniel Augusto Jr/Ag. Corinthians

Marcados negativamente em suas passagens, os técnicos Cristóvão Borges e Adilson Batista, sustentam algumas semelhanças ao longo do período de experiência no Corinthians. Fato é que, contratados sob enorme contestação da Fiel, os dois foram sinônimos de oscilações de resultados e diversas incertezas quanto ao futuro do Corinthians nas competições em disputa.

Ambos ex-jogadores do Corinthians, os treinadores tiveram o período do trabalho muito questionado pela Fiel, principalmente no início das passagens, tendo em vista que os dois enfrentaram o desafio de substituir importantes nomes do clube e que haviam conquistado títulos recentemente.

Para Cristóvão, a sombra foi de Tite. Sem dúvidas, a maior possível envolvendo o Corinthians, devido à trajetória vitoriosa do treinador - que entregou o cargo em junho deste ano para assumir a Seleção Brasileira. Já Adilson Batista, por sua vez, ocupou o lugar de Mano Menezes em 2010 – que deixou a função no Timão após também receber o convite da CBF, situação semelhante à de Tite.

Outro dado que permite a associação do período de fracasso dos técnicos, é a duração do trabalho, já que ambos ficaram cerca de 3 meses à frente do comando do elenco corinthiano. Cristóvão Borges, demitido neste sábado depois do revés no clássico contra o Palmeiras, atingiu um aproveitamento de 48,15% em 18 jogos, conquistando menos da metade dos pontos em disputa, apenas 26. O baiano assumiu o cargo com o Timão na quarta colocação, e encerrou sua passagem em quinto lugar.

Por outro lado, Adilson Batista comandou o Corinthians em uma partida a menos em relação a Cristóvão, apenas 17, porém deixou seu legado com uma pequena diferença no aproveitamento (49,02%), que gerou 25 pontos. Entretanto, nas mãos de Adilson Batista, o Corinthians, até então líder do Campeonato Brasileiro em 2010, caiu para terceiro lugar, antes de sua demissão.

Encerrando a relação de fatos em comum, ambos tiveram suas passagem antecedidas e substituídas pelo auxiliar técnico Fábio Carille, escolhido pela diretoria como o responsável durante o intervalo de mudanças entre os contratados.

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