Marcelo Djian e Zé Elias recordam início no Corinthians

Marcelo Djian e Zé Elias recordam início no Corinthians

Por Meu Timão

Djian e Zé Elias começaram suas carreiras nas categorias de base do Timão

Djian e Zé Elias começaram suas carreiras nas categorias de base do Timão

Foto: Reprodução/ESPN Brasil

Crias das categorias de base do Corinthians, Zé Elias e Marcelo Djian relembraram o início de suas carreiras no Parque São Jorge. Com comentários sobre as oportunidades dadas há jovens jogadores, o Djian contou ainda qual foi a conquista mais emocionante que teve no clube alvinegro.

Em entrevista ao programa Bate-Bola, do canal ESPN Brasil, Zé Elias foi o primeiro a lembrar seus primeiros passos no futebol profissional. O ex-jogador e atual comentarista estreou pelo Timão há 23 anos, no dia 7 de setembro de 1993, em uma partida contra o Cruzeiro, e comentou que teria pensando em desistir do mundo do futebol dias antes de sua primeira disputa como profissional.

“Eu jogava campo e salão e dez dias antes de estrear no profissional, eu falei pra minha mãe que ia parar de jogar campo. Eu falei 'vou parar' e a minha mãe disse 'vai até o final do ano, você vê se vai jogar ou não, e em 94 você para de jogar campo e fica só no salão'”, declarou Zé Elias.

Logo em seguida foi a vez de Marcelo Djian contar sua história com o clube corinthiano, comparando sua trajetória com a do ex-volante. “O Zé foi diferente mesmo, por que ele começou o campeonato jogando. Eu estava praticamente há um ano e meio treinando no profissional e eu lembro que tinham oito zagueiros, e eu era o oitavo. Aí acabou o Campeonato Paulista de 87, onde o Corinthians teve uma reviravolta no segundo turno, foi pra final contra o São Paulo e acabou perdendo a final”, recordou.

“E começou a Copa União onde tinham acontecido sete partida, empataram seis e ganharam uma, então o auxiliar do Chico Formiga e eu entrei contra o Inter de Porto Alegre. Lembro até a data, 18 de outubro de 87, e nós ganhamos de 1 a 0”, completou o ex-zagueiro.

Djian continuou analisando o sistema que os clubes, tanto brasileiros como do exterior, adotam para inclusão de seus atletas da base no time profissional. Para o ex-jogador, é preciso uma preparação maior para os jovens atletas se acostumarem com a pressão que existe ao atuar em equipes grandes como Corinthians.

“Então, eu acabei entrando também em um momento difícil e acho que assim, na base pra você entrar com um planejamento é quando o time tá jogando bem e você tem um jogador com qualidade no time você começa a colocar ele 20 minutos na partida, 30 minutos. Mas aqui no Brasil, infelizmente, e não só no Brasil, quando existe um problema financeiro você tende a colocar os garotos.Se hoje você coloca o jogador ele tem que chegar pra resolver, e nós sabemos que eventualmente o jogador não está preparado para resolver uma partida”, argumentou o ex-boleiro.

“Mas é legal que tenha subido vários garotos que possam estar ajudando, mas o treinador também e eu acredito que tenha o Fábio hoje por mais que estejam começando agora, ele vai ter a sabedoria de colocar os jovens na hora certa”, acrescentou Marcelo, lembrando os quatro jogadores do Timão recém-promovidos ao time principal, que agora estão sob o comando do técnico alvinegro Fábio Carille.

Parte do elenco campeão do Campeonato Brasileiro de 1990 pelo Corinthians, o primeiro título conquistado pelo clube alvinegro na competição, Marcelo Djian foi questionado sobre a emoção desta conquista. “O Campeonato Brasileiro pelas circunstâncias, até mesmo pelo São Paulo que na época era favorito e tinha um time melhor taticamente que o nosso. Então, lógico que foi um título marcante, foi o primeiro título brasileiro pro Corinthians e para nós realmente foi muito marcante”, afirmou.

Porém, Dijian continuou relembrando outra conquista que teve com a camisa do Timão: o Campeonato Paulista de 1988, no qual o Corinthians venceu o Guarani no tempo adicional da partida com um gol de Viola. Para o ex-zagueiro, esse foi o título mais emocionante de sua passagem pela equipe corinthiana.

“Mas pra mim, o título de Campinas que o Viola fez o gol foi até mais emocionante por que foi fora de casa, apesar de ser apenas mais um Campeonato Paulista e o Brasileiro ter sido o primeiro, o de Campinas foi realmente muito emocionante”, finalizou.

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