Morre em São Paulo médico que trabalhou no Timão durante a Democracia Corinthiana

Morre em São Paulo médico que trabalhou no Timão durante a Democracia Corinthiana

Por Meu Timão

O médico trabalhou no Timão durante a Democracia Corinthiana

O médico trabalhou no Timão durante a Democracia Corinthiana

Foto: Divulgação

Uma importante figura do passado do Corinthians faleceu nesta quinta-feira (13). O médico Flávio Gikovate morreu aos 73 anos em São Paulo. Ele estava internado tratando um câncer descoberto em março deste ano. A informação foi confirmada pela assessoria do Hospital Albert Einstein, da Zona Sul de São Paulo.

Psiquiatra e psicoterapeuta, Gikovate trabalhou por dois anos no Corinthians, entre os anos de 1982 e 1984. Apesar do pouco período, ele participou de uma das mais importantes fase do clube alvinegro: a Democracia Corinthiana.

"Em 1982, aceitei trabalhar com o Corinthians. Era a democracia corinthiana. Foi um balde de água fria na clínica. Imagine só, o Corinthians! Não foi o tipo de notícia que meus pacientes gostaram de ouvir. Eu fiquei lá dois anos. Meu pai ficava chocado com essas coisas, porque naquele tempo médico de bom nível não fazia essas coisas", relembrou Gikovate em recente entrevista.

O período no Timão foi um desafio inovador para o médico. Com o movimento liderado por jogadores politizados, como Casagrande, Sócrates e Wladimir, Gikovate acompanhou um cenário no qual regras de concentração, consumo de bebidas alcoólicas, contatações e outros direitos eram decididos por votos igualitários de seus membros.

Além de sua passagem pelo Corinthians, Gikovate, que se formou na USP em 1966, foi um dos pioneiros em estudos sobre sexo, amor e vida conjugal. Com 34 livros publicados, atualmente, ele apresentava o programa "No Divã do Gikovate", na rádio CBN.

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