Disputando G6 com o Timão, Autuori reclama de abismo financeiro entre equipes

Disputando G6 com o Timão, Autuori reclama de abismo financeiro entre equipes

Por Meu Timão

Técnico do Atlético-PR, Autuori fez críticas as diferenças financeiras no futebol brasileiro

Técnico do Atlético-PR, Autuori fez críticas as diferenças financeiras no futebol brasileiro

Foto: Reprodução/ESPN Brasil

Em disputa direta com o Corinthians por uma vaga no G6 do Campeonato Brasileiro, Paulo Autuori, técnico do Atlético-PR, fez críticas duras a divisão das cotas de TV que existem no futebol brasileiro. O treinador fez reclamações sobre as diferenças entre as quantias que Corinthians e Flamengo recebem em comparação a outras equipes.

"Isso tem que ser salvaguardado, mas não pode ser o fosso que é hoje, a discrepância do que ganha um ou outro. Por que nós vamos enfraquecer. Tem que ser salvaguardado isso, pois a quantidade de torcedores que ambos têm é impressionante. Agora, o contraste não pode ser tão grande ", argumentou o treinador durante entrevista ao programa Bola da Vez, do canal a cabo ESPN, que vai ao ar nesta terça-feira.

Para Autuori, é preciso que a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) exponha um posicionamento sobre a situação. O técnico apontou que é papel da entidade futebolística a busca por um futebol melhor e mais forte, não apenas lidar com preocupações relacionadas a Seleção do país.

"A CBF tem que ter um papel, não é só a seleção brasileira. E nós temos certeza hoje de como as coisas estão indo para a seleção, com um profissional de altíssimo nível que é o Tite, que é um cara que pensa futebol. Então, a seleção vai bem, mas ela não vai reproduzir o que é a realidade do nosso futebol, o que acontece aqui", comentou.

"Eu não consigo ver um futebol forte sem clubes forte. E a fragilidade dos clubes é grande", acrescentou o treinador.

Principal concorrente do Timão por uma classificação na Libertadores da próxima temporada, pela tabela do Brasileirão, o técnico do time paranaense analisou as dificuldades do novo regulamento do torneio continental. A partir do ano que vem, a competição adota um novo formato e será disputada ao longe do ano todo.

"As coisas aqui acontecem de maneira circunstancial. Então é difícil você ver um clube manter, ao longo de dois, três ou quatro anos, um nível de performance. Porque entra o ‘é preciso vender', e aí saem jogadores. Imagine a Libertadores, ao longo do ano. Você está com a equipe redondinha e, no meio do ano, por causa da janela, você vai perder jogadores", finalizou.

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