Roberto de Andrade nega crise política no Corinthians e garante chapa viva

Roberto de Andrade nega crise política no Corinthians e garante chapa viva

Por Meu Timão

Roberto de Andrade negou fim de chapa, ao contrário do que foi indicado por Andrés Sanches

Roberto de Andrade negou fim de chapa, ao contrário do que foi indicado por Andrés Sanches

Foto: Daniel Augusto Jr./Agência Corinthians

Atual presidente do Corinthians, Roberto de Andrade nega crise na gestão do Corinthians. Ao contrário do que foi sinalizado pelo ex-mandatário do clube, Andrés Sanches, durante esta semana, o dirigente garantiu que a chapa “Renovação & Transparência” segue viva após três vitórias nas últimas três eleições do time do Parque São Jorge.

“Andrés acha que o grupo acabou, mas eu não concordo. Acho que continuamos próximos. O clube sempre ferveu politicamente. As pessoas que são contrarias a gestão do Mario, do Andrés e minha continuarão sendo. Não existe crie política nenhuma. Continuamos trabalhando e as pessoas que estavam do meu lado continuam do meu lado”, argumentou o presidente, durante entrevista ao portal Gazeta Esportiva.

Roberto de Andrade comentou a posição do clube em relação ao caso dos torcedores corinthianos detidos no Rio de Janeiro no último domingo, durante a partida entre Corinthians e Flamengo, no Maracanã, após confusão com a Polícia Militar. O mandatário relembrou a nota oficial emitida pelo clube em repudia a ação das autoridades, em favor dos membros da torcida que não estavam envolvidos nos atos de violência.

“Colocamos a nota pois se foram 30 envolvidos na briga, não é justo que tantos corintianos fiquem presos no Rio de Janeiro até tarde da noite. Torcedor é uma pessoa que tem família e tem filhos, alguns desses que cometem crimes e precisos ser punidos individualmente. Não adianta tirar ingresso dos outros, pois não vai diminuir a violência, é um paliativo. Agem como se fosse o clube que tivesse definido que eles iriam la brigar”, comentou.

O presidente do Timão completou pedindo mais eficiência quanto as punições aos órgão públicos responsáveis pelo processo. “Agressões foram antes do jogo. Teve todo o período antes do jogo começar para saber quem cometeu as agressões. Não precisava segurar as pessoas que não fizeram nada e se queixaram de violência sofrida, não precisa punir outras pessoas que só foram lá assistir o jogo”, finalizou.

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