Conselheiros do Corinthians da oposição contestam prestação de contas de Roberto de Andrade

Conselheiros do Corinthians da oposição contestam prestação de contas de Roberto de Andrade

Por Meu Timão

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Membros da oposição à Roberto de Andrade contestam contas apresentadas pelo presidente

Membros da oposição à Roberto de Andrade contestam contas apresentadas pelo presidente

Daniel Augusto Jr/Ag. Corinthians

Após pedido de impeachment e polêmica envolvendo sua assinatura, o presidente do Corinthians, Roberto de Andrade, sofreu mais uma derrota diante do Conselho Deliberativo do clube. O mandatário pode ver 2016 acabar sem ter as contas do último ano e a previsão orçamentária do próximo aprovadas.

Segundo informações do jornal Folha de São Paulo, durante reunião realizada na última quinta-feira, agendada para apreciação das contas do clube, os membros da oposição do mandato de Roberto de Andrade contestaram os dados apresentados pela diretoria. Eles indicaram números diferentes dos presentes em prestação de contas divulgada no site do Timão.

Comparando os documentos, é possível encontrar divergências em valores sob a rubrica de despesas gerais e administrativas. Nesses quesitos, o Corinthians mostrou no tópico “outras despesas” em seu site no valor de R$ 3.331.083. Enquanto isso, no documento apresentado no conselho, os valores eram de R$ 5.563.99, no orçamento de 2016, e de R$ 4.491.841, na revisão orçamentária.

Segundo o diretor financeiro do Timão, Emerson Pievesan, as diferenças eram resultado de relocações de verbas, alegando que os valores finais estavam certos. Porém, de acordo com os opositores, as contas alvinegra não estão de acordo com o determinado pelo Profut (Programa de Refinanciamento das Dívidas do clube) e com o estatuto do Corinthians.

No artigo 4 do programa, sancionado em 5 de agosto de 2015, a publicação de documentos de orçamento dos clubes tem que estar “padronizada separadamente” em atividades e departamentos, o que não ocorreu nas previsões do Corinthians para 2017 e nas contas do clube do Parque São Jorge em 2016.

O Profut, que foi criado com o objetivo de ajudar a quitar dívidas dos clubes com a União, com prazo de até 20 anos em seu financiamentos, prevê uma punição aos dirigentes que realizarem descumprimento de normas e não divulgarem as informações de gestão a associados e torcida de forma transparente – com risco de inelegibilidade.

Os números também entram em desacordo com o próprio estatuto do Corinthians, que determina que as contas tenham parecer do Cori (Conselho de Orientação), em uma auditoria independente e do Conselho Fiscal.

Romeu Tuma Jr., um dos conselheiros da oposição, afirmou que as contas apresentadas estão “erradas, irregulares e ilegais”. Ele chegar a declarar que cogita, inclusive, a abertura de uma ação no Ministério Público contra o presidente Roberto de Andrade, além de realizar um novo pedido de impeachment contra o dirigente do Corinthians.

Veja mais em: Roberto de Andrade e Diretoria do Corinthians.

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