Agente explica saída de Jadson da China e alerta: meia quer três anos de contrato no novo clube

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Por Meu Timão

Jadson retorna ao Brasil nesta terça-feira

Jadson retorna ao Brasil nesta terça-feira

Daniel Augusto Jr/Ag. Corinthians

Jadson, de 33 anos, está oficialmente fora do Tianjin Quanjian. Conforme antecipado pelo próprio jogador na manhã desta terça-feira, por meio das redes sociais, ele está a caminho do Brasil. Em entrevista concedida à Rádio Transamérica, também nesta terça, diretamente da China, o empresário Marcelo Robalinho explicou o procedimento de rescisão contratual do meia com a equipe asiática.

"Eu vim para a China junto com o Jadson por volta do dia 7, dia 8 de janeiro. A ideia era pressionar o clube para tomar uma decisão, uma vez que todos os dias o clube parecia estar contratando jogadores, como Diego Costa, James Rodríguez. Queríamos que o clube tomasse uma posição, porque não é interessante para o futuro do Jadson ficar como um suplente", informou Robalinho.

"Por conta disso, nossa estratégia foi pedir uma renovação de contrato no valor dos jogadores que estão chegando. O clube ofereceu algo nos valores que Jadson já ganhava. Então entramos em acordo pela rescisão", completou.

A partir de agora, então, os empresários responsáveis pela carreira de Jadson estão abertos a negociações. Com diversos clubes interessados - o Corinthians foi o primeiro a contatar os agentes, ainda em setembro do ano passado -, o meia tem noção de que terá de diminuir seu salário em comparação ao que era recebido na China para voltar ao Brasil. Uma coisa, contudo, ele não deve abrir mão: um contrato sólido de no mínimo três anos de duração.

"É evidente que ele tem mercado, por isso abrimos mão de uma quantia significante aqui (China) confiando no mercado que ele tem (no Brasil). Não podia haver negociação com clubes do Brasil sem a documentação assinada (de rescisão). Prezo muito pela ética. Não quis colocar nenhum clube numa situação de expectativa. Hoje, com a documentação assinada, vamos começar as conversas. Não existe proposta concreta de clube nenhum por enquanto porque não abrimos negociação. A partir de agora é que vamos conversar", disse.

"A readequação de salários é inevitável. Nenhum clube brasileiro pode competir com os salários da China. Mas o jogador vai ganhar em qualidade de vida, em chance de voltar à Seleção Brasileira. Se ficasse na China, ganharia mais, mas poderia ficar encostado. Nossa ideia de retorno ao Brasil é fazer um contrato de no mínimo três anos", alertou.

Veja mais em: Mercado da bola e Jadson.

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