Presidente banca diretoria de futebol e nega concessões no Corinthians

Presidente banca diretoria de futebol e nega concessões no Corinthians

Por Meu Timão

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Homem de confiança de Roberto, Alessandro não corre risco de deixar gerência de futebol

Homem de confiança de Roberto, Alessandro não corre risco de deixar gerência de futebol

Foto: Daniel Augusto Jr/Ag. Corinthians

Flávio Adauto, diretor de futebol do Corinthians, e Alessandro Nunes, gerente, não devem deixar o clube antes da próxima eleição presidencial, marcada para fevereiro de 2018. É o que garante Roberto de Andrade, que se fortaleceu após o processo de impeachment contra si ser barrado no último dia 20.

Além de negar novas trocas na diretoria de futebol do Timão, o presidente esclareceu que está disposto a dialogar com diferentes alas políticas do Parque São Jorge, embora não pense em fazer concessões. No ano passado, Andrés Sanchez e antigos aliados articularam um possível retorno ao comando do Corinthians, mas acabaram barrados por Andrade.

“Eu não vendi a alma ao diabo, não. O que fiz foi ouvir pessoas. Gerir papéis, finanças é fácil, difícil é lidar com pessoas, egos, sentimentos. Tinha gente que estava querendo mais carinho, algo que realmente eu posso ter falhado”, disse Roberto em entrevista à Rádio Jovem Pan.

O mandatário corinthiano também voltou a falar sobre a ação de impeachment da qual se salvou. Para ele, tudo não se passou de jogo político, já que sua falha – duas assinaturas feitas como presidente do Corinthians antes de assumir tal cargo – não prejudicou o Timão.

“Primeiro que o processo de impeachment foi baseado na assinatura de uma ata, que as pessoas que fizeram o impeachment entenderam que a fiz antes de ser o presidente. Eu fui eleito no dia 7 de fevereiro e estava no dia 5, foi um erro material. Isso nós provamos na Comissão de Ética, como também foi aberto o inquérito policial contra mim. Eu assinei em abril, quando foram colhidas as assinaturas”, justificou.

Roberto de Andrade também foi acusado de fraude e, em depoimento à Polícia Civil, negou irregularidades. “A votação deixa de discutir o fato e vira política. Foi um movimento político querendo o poder do clube a qualquer custo. Viram nessa falha do clube que poderiam afastar o presidente, onde alguém assumiria o mandato por um ano. Os conselheiros tiveram bom senso e isso não avançou. Eu não fiz nada contra o clube, não poderia ser afastado”, finalizou.

Veja mais em: Roberto de Andrade, Alessandro, Flávio Adauto, Diretoria do Corinthians e Impeachment.

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