Arana revela o que faria se não jogasse futebol e fala sobre infância de 'encrencas'

Arana revela o que faria se não jogasse futebol e fala sobre infância de 'encrencas'

Por Meu Timão

Cria da base, Arana é hoje um dos destaques do Corinthians

Cria da base, Arana é hoje um dos destaques do Corinthians

Foto: Rodrigo Gazzanel/Ag. Corinthians

Guilherme Arana, um dos destaques da temporada do Timão, concedeu entrevista a Corinthians TV e compartilhou um pouco de sua vida no ''Tudo Menos Futebol'', quadro da conta oficial do clube no Youtube. No bate-papo, que apresenta aos atletas perguntas alheias às quatro linhas, o defensor contou, dentre outros assuntos, qual seria sua ocupação profissional caso não tivesse seguido o caminho do futebol.

''Bom, acho que eu seria policial. Eu fico vendo o jeito deles pilotarem aqueles carros, sempre tive vontade de ser um piloto. Onde eu morava sempre passava polícia, então eles faziam aquelas manobras deles e eu ficava olhando, sempre gostava. Sempre falei que se não fosse jogador, eu gostaria de ser piloto de polícia'', afirmou.

Com 20 anos de idade, o lateral-esquerdo não esconde suas predileções musicais e usa, frequentemente, sua conta do Instagram para divulgar seus sons favoritos - muitas vezes a caminho do CT Joaquim Grava e na concentração antes dos jogos do Timão. Questionado a respeito do assunto, Arana apontou o funk como seu estilo musical preferido e ainda colocou Menor da VG, MC Guimê e Ariel como seus mc's prediletos.

''Com certeza. Sempre antes dos jogos eu escuto uns funks para dar aquela descontraída, e é o ritmo que mais curto. Sertanejo, samba, eu gosto bastante, só que minha prioridade mesmo é o funk'', contou.

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Conhecido como o ''encrenqueiro'' da turma de amigos durante a infância, vivida no bairro de Sapopemba, zona leste de São Paulo, o jovem falou sobre o que costumava fazer para se divertir em seus tempos de garoto. As brincadeiras, entretanto, acabavam por dar dor de cabeça à mãe de Arana, que recebia constantes reclamações dos vizinhos.

''Atormentar os vizinhos, tocar a campainha e sair correndo, jogar bolinha de gude com os meus amigos, empinar pipa. Eu tive uma infância muito boa, aproveite bastante. Xingava os vizinhos, porque eles iam reclamar com a minha mãe. Na minha rua eu sempre fui um dos mais encrenqueiros, sempre levava a culpa. Hoje em dia eu vou lá e as pessoas que iam reclamar de mim agora querem me abraçar''.

A cerca do local em que cresceu, e que costuma homenagear em comemorações de gols do Corinthians, por meio do símbolo ''L'' que faz com os dedos, o alvinegro disse guardar boas recordações, já que, após se firmar no time do Parque São Jorge, teve de se mudar com a família para outro lugar.

''É um bairro muito bom, onde eu nunca vou esquecer, tenho muitos amigos lá. É claro que as coisas foram mudando e tive que sair de lá, só que nunca abandonei os meus amigos, nunca abandonei minhas origens e sempre quando tenho tempo eu volto para rever os meus amigos e fazer aquilo que mais gosto: dar risada, brincar e trocar ideia'', finalizou.

Veja mais em: Guilherme Arana.

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