Jô conta como perda do irmão que jogava no Corinthians o motivou para seguir carreira

Jô conta como perda do irmão que jogava no Corinthians o motivou para seguir carreira

Por Meu Timão

Durante a carreira, Jô se dedicou em dobro para alcançar sonhos do irmão

Durante a carreira, Jô se dedicou em dobro para alcançar sonhos do irmão

Foto: Daniel Augusto Jr/Ag. Corinthians

Por trás de todo jogador de futebol, há uma trajetória de vida. Nesta semana, muito se debateu sobre as questões pessoais da qual acusaram Jô, atacante do Corinthians. Diante de toda a polêmica, o camisa 7 se pronunciou nesta terça-feira, deixando claro que viu o toque na mão no seu gol contra o Vasco, mas que não o fez de propósito. No mesmo dia, foi ao ar sua participação no programa Bola da Vez, da ESPN, onde ele relembrou um dos principais agentes motivadores para ter chegado aonde chegou como atleta: seu irmão Jean.

"Ele foi uma das pessoas que me deram força. Era mais velho, quando ele faleceu tinha 20 anos, em um acidente de carro. Ele era realmente um companheiro. Brincávamos em casa de dar entrevista, para quando um de nós chegasse ao profissional. Quando eu recebi a notícia que ele tinha falecido, foi muito difícil. Eu tinha 14 anos", relembrou o atacante.

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Hoje artilheiro do Corinthians na temporada, Jô lutou pelos sonhos do irmão desde o início da carreira. Jean, inclusive, defendeu as cores do Timão e, antes de falecer, parecia cada vez mais perto de receber oportunidades no time alvinegro. Foi sua morte que colocou objetivos mais concretos para a carreira do ainda menino Jô.

"Ele estava no profissional do Corinthians, Jean, zagueiro. Já tinha jogado na Portuguesa Santista. Estava bem, o Parreira estava gostando dele. Cheguei a treinar contra ele, eu no juvenil ele no profissional. Estava vivendo um momento bom, mas Deus quis assim", contou.

"Acabou me dando força, eu coloquei no meu coração naquela época que eu queria ir longe. Porque a gente conversava muito em dar uma casa para os meus pais, quem conquistasse o primeiro dinheiro alto iria dar uma casa. Combinamos isso. Então aquilo me motivou a conseguir, ir atrás do objetivo, procurar fazer tudo certo. Justamente para realizar o sonho do meu irmão", completou.

Mesmo com os sonhos realizados, tendo inclusive disputado uma Copa do Mundo, Jô ainda tem que lidar com a dor da perda. Principalmente pelo seu pai, que sente muito a morte de Jean e até hoje não comemora o Dia dos Pais, por exemplo.

"Meus pais sentiram muito, até hoje meu pai não comemora o dia dos pais. Assim, por mais que ele tenha mais três filhos, ele sente. Foi o primeiro filho homem que ele apostou. Eu não gostava de futebol. Mas eu fui porque meu pai praticamente me colocou no carro e me levou para os testes", concluiu.

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