Ralf agradece 'sondagens carinhosas', mas descarta volta ao Corinthians: 'Estou adaptado'

Ralf agradece 'sondagens carinhosas', mas descarta volta ao Corinthians: 'Estou adaptado'

Por Meu Timão

Ralf, na tarde desta quarta-feira, em jogo beneficente em São Paulo

Ralf, na tarde desta quarta-feira, em jogo beneficente em São Paulo

Foto: Rodrigo Gazzanel/Ag. Corinthians

Em 2015, o ex-volante do Corinthians Ralf deixou o clube alvinegro para atuar do outro lado do mundo. Contratado pelo Beijing Guoan, da China, o jogador, multicampeão pelo Timão, fez uma afirmação na tarde desta quarta-feira, em solo brasileiro, digna de desapontar a Fiel. Em entrevista ao Meu Timão, o defensor assegurou que, mesmo com seu contrato chegando ao fim, deve permanecer no futebol chinês.

"Hoje estou mais para permanecer. Agradeço a todos os clubes pelas sondagens carinhosas que me fizeram, mas não chegou nada concreto e quero permanecer lá por mais um tempo", disse.

No bate-papo, acontecido durante o jogo beneficente disputado pela equipe do centroavante Jô versus a do lateral-esquerdo Fabricio e da banda Turma do Pagode, no bairro Barra Funda, em São Paulo, Ralf alegou que está adaptado ao país da Ásia e que, ao fim de seu vínculo com o Beijing, findado ainda em dezembro, procura por uma nova equipe na China.

"Estou bem, adaptado. Feliz por estar em férias e rever os amigos aqui nessa confraternização, podendo ajudar da melhor forma possível. Me adaptei mais rápido do que eu esperava, só que meu contrato acaba agora e estamos estudando para retornar para a China".

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De quebra, Ralf, bicampeão brasileiro e campeão da Libertadores e do Mundial pelo Corinthians, comentou as principais dificuldades que encontrou em sua chegada à China. Há dois anos no clube, o volante, hoje aos 33 anos, aproveitou para indicar o futebol asiático, ainda tímido no cenário mundial, a jogadores que tenham essa oportunidade.

"A adaptação e a comida, no começo é muito difícil. Ainda mais para mim que nunca havia saído do país. Mas não é do jeito que a gente pensa, não. Nós somos muito bem recebidos, país de primeiro mundo".

"Não tem restrição nenhuma, se precisar de comida estrangeira vai achar. Meu grupo tinha o Renato, que ajudava muito, outro espanhol que se comunicava bem com a gente. Até mesmo um chinês que atuou em Portugal. Quem tiver oportunidade tem de ir mesmo", finalizou.

Veja mais em: Ex-jogadores do Corinthians.

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