Fellipe Bastos mira titularidade no Corinthians em 2018 e garante foco para pré-temporada

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Por Rodrigo Vessoni e Thaina Barros

Ao lado de Jô, Fellipe Bastos participou de jogo beneficente nesta quarta-feira

Ao lado de Jô, Fellipe Bastos participou de jogo beneficente nesta quarta-feira

Rodrigo Vessoni / Meu Timão

Fellipe Bastos chegou ao Corinthians como reforço para a temporada de 2017 direto do Al Ain, dos Emirados Árabes. Porém, não conquistou espaço na equipe do técnico Fábio Carille. Depois de participar de grande parte das conquistas do Campeonato Brasileiro e Paulista no banco de reservas, meio-campista vê o próximo ano como a chance para prosperar no Timão.

"Para mim foi muito importante a volta para o Brasil. A volta em um grande clube como é o Corinthians. Sei que é muito importante estar em clube que vence, que está sempre chegando nas competições, e foi isso que a gente fez esse ano. O balanço jogando não foi muito bom, porque não joguei muito, mas participei muito do grupo, sou um cara que falo bastante, tento ajudar meus companheiros e foi isso que eu fiz esse ano", disse Fellipe ao Meu Timão, após a disputa de um jogo beneficente nesta quarta-feira.

"Ano que vem vou me preparar melhor para a pré-temporada, que a gente sabe que é muito importante, é o início de tudo. Vou tentar conquistar meu espaço, dar uma dor de cabeça para o Carille, porque eu quero jogar também", completou.

Pelo Corinthians, Fellipe Bastos soma apenas 16 jogos na temporada, sem nenhum gol marcado. O meia apontou a mudança do futebol que disputava no Oriente Médio para o brasileiro como um dos fatores para sua baixa no Timão. "Com certeza, eu senti. A diferença do futebol daqui e dos Emirados Árabes é muito grande. Eu já estava há dois anos em um futebol completamente lento, sem competitividade, e eu voltei para cá e precisava de um tempo", afirmou.

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Mesmo nos bastidores, o meia fez um papel importante no Corinthians no vitorioso ano de 2017. Fellipe Bastos foi um dos marcos da união do elenco alvinegro, sempre apoiando os companheiros de equipe. O jogador indicou a "positividade" apresentada na temporada como um trunfo, que carrega desde o início de sua carreira no futebol tanto nos momentos bons quanto ruins.

"Sempre foi assim, é algo que carrego na minha vida. É ser positivo, apesar de viver momentos ruins, porque no futebol isso acontece. É ser positivo sempre, tentar ajudar os companheiros, uma hora você está jogando e depois não. Esse ano eu não joguei tanto quanto eu gostaria, mas eu ajudei. O importante é que fiz parte de um clube vencedor e isso pra mim basta. Parte de um grupo que venceu dois títulos no ano e isso para mim, minha carreira, não tem preço", disse o meio-campista.

Visando a titularidade, a preparação para a pré-temporada durante as férias é uma das prioridades para Fellipe Bastos. O jogador garantiu que seguirá à risca a cartilha nutricional e de exercícios disponibilizada para o elenco pela comissão técnica alvinegra, e apontou um início para os trabalhos físicos já na próxima semana.

"O Corinthians esse ano deu uma lista de treinamentos para a gente e eu vou seguir ela. Costumo jogar futevôlei já, pelada eu jogo muito de vez em quando, mas eu faço minhas coisas para que eu chegue zerado na pré-temporada. A gente sabe que em um ano de Copa do Mundo o calendário fica enxuto e, para não ter lesão quando voltar, a gente sabe que é normal sentir dor porque a pré-temporada é forte, eu vou começar a trabalhar já a partir da semana que vem. Já vou começar a trabalhar no meio da semana que vem", projetou.

Confira outros trechos da entrevista de Fellipe Bastos ao Meu Timão

O Corinthians teve um ano vitorioso, com o título do Brasileiro e do Paulista. Qual foi o segredo para o êxito?

Acho que além de ter o DNA vencedor, o Corinthians tem jogadores que são vencedores em suas carreiras. Cássio, Fagner, são jogadores que são vencedores, o Jô também que chegou é vencedor e a gente sabe do currículo dele. A gente também se uniu bastante muito por aquilo que as pessoas falaram, e falaram muita coisa, bastante besteira. E a gente sabia que não era nem a quarta, quinta força. Sabíamos que podíamos brigar pelos títulos, jogando bem, tendo raça, com o DNA do Corinthians. Aponto dois jogadores como diferencial no nosso time: Jô e Cássio. Você pode ver que o time todo estava, quando oscilou entrou jogadores que fizeram a diferença. O Clayson entrou e fez a diferença. O Camacho também entrou muito bem. Acho que nosso grupo esse ano, se manter assim, ano que vem vamos colher frutos também.

O Corinthians está próximo do anúncio de dois reforços para 2018, Renê Júnior e Júnior Dutra. Como será a recepção para esses novos jogadores?

A gente vai recebê-los muito bem, como eles me receberam esse ano. Acho que o Corinthians tem isso de bom, o grupo é muito bom. E esse jogadores estão chegando com fome também, fome de vencer em um grande clube, de ser vencedor mesmo, ganhar título, marcar o nome na história. Que eles venham com esse pensamento, porque a gente vai recebê-los muito bem, de portar abertas para que em 2018 estejamos juntos e conquistemos mais títulos mais prestígio. Isso que é importante da carreira.

O que o Corinthians espera para a próxima temporada?

A gente imagina um ano tão maravilhoso como 2017, é o que vamos procurar fazer. Esperamos que o torcedor esteja do nosso lado, como estiveram em todo o ano, acreditou na gente. Aquelas 32 mil pessoas no treino foi o diferencial para que a gente ganhasse o Campeonato Brasileiro. O ano de 2018 vem aí com a Libertadores, estamos com o intuito de vencer, é uma competição que todo mundo quer vencer e com o Corinthians não é diferente. Temos que pensar assim, tem o Brasileiro e a Copa do Brasil ainda. A gente vai pensando assim e com eles, ficamos mais fortes.

O que difere a Libertadores das demais competições? O Corinthians tem chances de título?

É diferente de tudo que a gente vê no Campeonato Brasileiro. São jogos diferentes, estádios diferentes. Estamos acostumados com as Arenas novas aqui do Brasil e na Argentina, e em outros lugares sabemos a dificuldade que eles tem. Eles também dificultam para o brasileiro. Sabemos que tem que ter jogadores experientes. Acho que o ano que vem, se manter os jogadores que a gente tem, a base da equipe, temos total condição de vencer essa Libertadores aí. Vamos buscar ela.

Veja mais em: Fellipe Bastos.

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