Chefe da campanha de Andrés em eleição no Corinthians contesta exclusão e analisa ir à Justiça

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Eduardo Caggiano em uma das reuniões da Chapa 10, Renovação & Transparência

Eduardo Caggiano em uma das reuniões da Chapa 10, Renovação & Transparência

Foto: Arquivo Pessoal / Facebook

Eduardo Caggiano foi o único nome excluído pela Comissão Eleitoral do Corinthians no processo que analisou a tentativa mal sucedida de dar desconto de 50% a 845 associados inadimplentes no último mês de dezembro. Pela decisão, Caggiano terá que ser substituído na tentativa de concorrer a uma das vagas ao Conselho Deliberativo pela Chapa 10, Renovação & Transparência.

Atual diretor administrativo do clube e chefe da campanha de Andrés Sanchez à presidência, Caggiano contesta a decisão que, segundo ele, ainda não foi enviada de forma oficial. Ao Meu Timão, o conselheiro contou ainda que não decidiu se irá à Justiça comum como fez recentemente o candidato a presidente Antonio Roque Citadini, que está de volta ao pleito.

'Eu não recebi nada, alguns canais de comunicação estão falando isso de mim. Não sei se valerá a pena me desgastar indo para a Justiça como fez o Roque, quero ver isso ainda. Mas, dependendo do que estiver sido falado a meu respeito, com certeza vou contestar isso de forma judicial', avisou.

Caggiano diz entender que, como diretor administrativo, é de sua responsabilidade as campanhas para minimizar a inadimplência entre os associados. Mas faz uma ressalva quanto ao momento. Segundo ele, outras campanhas de anistia em anos sem eleição jamais foram contestadas.

Caggiano fala em uma das reuniões da Chapa de Andrés Sanchez

Caggiano fala em uma das reuniões da Chapa de Andrés Sanchez

Arquivo Pessoal

'A diretoria administrativa é responsável por isso, ok. Mas tem o presidente e o próprio Cori (Conselho de Orientação) que estão acima e poderiam muito bem ter revogado, eles são solidários nessa punição então. Já existiram diversas campanhas de reativação de sócios, eu mesmo fiz uma no ano passado, este ano fizemos de novo, mas este ano é tudo eleitoreiro. Demissão de funcionário? Eleitoreiro! Tudo virou eleitoreiro. O ano passado ninguém abriu o bico para contestar', lembrou.

'É preciso entender que uma campanha de reativação é mais barata e dá mais resultado do que qualquer campanha para novos sócios. O clube precisa de dinheiro, precisa se auto sustentar. Qual a diferença da campanha do ano passado para a campanha de agora?', voltou a questionar.

Se o cenário não for modificado até o dia 3 de fevereiro, data da eleição no Parque São Jorge, Eduardo Caggiano não poderá concorrer a uma vagas no Conselho Deliberativo do Corinthians.

Veja mais em: Eleições no Corinthians e Andrés Sanchez.

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