Treinar um rival? Carille projeta longevidade no Corinthians, mas não exclui possibilidade

Treinar um rival? Carille projeta longevidade no Corinthians, mas não exclui possibilidade

Por Meu Timão

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Carille não descarta, depois do Corinthians, trabalhar em um rival paulista

Carille não descarta, depois do Corinthians, trabalhar em um rival paulista

Foto: Daniel Augusto Jr/Ag. Corinthians

Técnico campeão paulista e brasileiro à frente do Corinthians, Fábio Carille não descarta, no futuro, treinar um rival do clube. É o que o comandante do Timão explicou em entrevista ao vivo ao narrador Cleber Machado, do canal SporTV, concedida na tarde desta quinta-feira, no CT Joaquim Grava.

Questionado se descartava a eventual chance de trabalhar no Palmeiras, por exemplo, arquirrival do Corinthians, Carille disse que não pensa em sair tão cedo do Parque São Jorge. Entretanto, admitiu conhecer a realidade do futebol brasileiro e o quão rápido sua situação no Timão pode mudar.

“Sou um profissional. Sei que não serei eterno no Corinthians, apesar de que quero fazer história no futebol brasileiro, ficando muitos anos no clube. Mas no dia em que eu sair daqui estarei aberto para trabalhar”, afirmou Carille.

Entre diversos assuntos, como seu relacionamento com o hoje comandante da Seleção Brasileira, Tite, e o período em que trabalhou como auxiliar do Corinthians, o técnico alvinegro citou a busca pelo aperfeiçoamento do sistema tático 4-2-4, implementado por ele na vitória por 2 a 0 sobre o Palmeiras.

“A minha preocupação ainda é achar o time, ajustar melhor essa nova forma de jogar, essa está sendo a maior busca. Não falo em títulos sem antes estar jogando bem. Semana passada, a equipe foi muito boa dentro dessa ideia, mas temos margem para crescer”, avisou Fábio.

Carille também voltou a falar da procura do Timão por um centroavante. Somente em 2018, o clube chegou a negociar com Henrique Dourado, Gilberto e Alex Teixeira, mas não contratou nenhum substituto para Jô até o momento – o camisa 7 foi vendido ao futebol japonês em janeiro. De acordo com o técnico, é necessário ter calma e buscar alternativas em razão da carência de um 9.

“Estou indo sem ter um cara como referência. Estou buscando alternativas ainda, até no jogo de ontem (contra o Mirassol) coloquei o Lucca como 9 em alguns momentos. Sei que a diretoria está trabalhando muito. Classificando em primeiro pra Libertadores, o clube pode trocar (atletas na lista de inscritos). Mas estou muito com os pés no chão e trabalhando com o que tem”, completou.

Veja mais em: Fábio Carille e Dérbi.

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