Estádio do Corinthians já começa a deixar seus legados

Estádio do Corinthians já começa a deixar seus legados

Por Meu Timão

Campo do futuro estádio do Corinthians

Campo do futuro estádio do Corinthians

A bola nem rolou e o estádio do Corinthians já empolga torcedores, não só do Timão, mas também dos rivais. Rogério Barnabé, corintiano, 50 anos e Fabrício Viña, 20, são-paulino, são exemplos de moradores da zona leste paulistana que veem na construção do estádio do Corinthians uma oportunidade de se realizarem profissionalmente. Isso porque a Odebrecht, empreiteira responsável pela construção do estádio, em parceria com o Senai, está oferecendo cursos gratuitos de capacitação profissional para carpinteiros, pedreiros e ajudantes de pedreiro, com a intenção de suprir a demanda de mão-de-obra.

A ideia é que os profissionais inscritos no curso possam ser contratados para trabalhar nas obras do Fielzão. As aulas começaram na última segunda-feira, no prédio da Obra Social Dom Bosco, em Itaquera.

“Construir o estádio é o sonho de todo corintiano”, afirma Barnabé, alvinegro desde os onze anos e que considera a conquista do Paulista de 77 como o momento mais marcante que o Corinthians lhe proporcionou. Logo ele que estava presente no Morumbi no histórico jogo contra a Ponte Preta, que quebrou o jejum de 22 anos, dia 13 de outubro de 1977. “Deus, minha mãe e o Corinthians são tudo para mim”, se emociona. Barnabé fazia ‘bicos’ em obras na região antes de se inscrever.

Para Fabrício, a importância do Corinthians e da Copa do Mundo explicam a satisfação do ex-desempregado em participar do projeto. “Não importo com o estádio ser do Corinthians, eles são um time grande e eu amo futebol. Construir um estádio que vai ser sede da Copa é muito gratificante”, resume.

“Fui diversas ao Itaquerão. Eu pensava que era lá que eu ia conseguir o emprego no estádio do Coringão. Daí eu vinha feliz para cá e voltava para casa de cabeça de baixa. Mas, não desisti em nenhum momento e agora tenho essa oportunidade”, comemorou Barnabé, que faz o curso de ajudante de pedreiro.

Fabrício, sem perder a esportividade, ainda brinca com a rivalidade. E acha que não tem importância perder a piada, popular entre as torcidas paulistanas, sobre a falta do estádio corintiano. “Agora teremos que aguentar eles, né? Mas ainda temos a Libertadores para tirar um sarro”.

Fonte: Marca Brasil

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